28 de abril de 2010 – 16:50 | Sem Comentários

RESUMO
A capacidade de bombeamento de rotores pode ser expressa em função de sua vazão de bombeamento (Qb) ou de seu número de bombeamento (NQ). Ambos parâmetros são muito úteis na caracterização hidrodinâmica de células mecânicas …

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Tratamento pode trazer vantagens econômicas

Enviado por admin em 2 de outubro de 2009 – 9:33Um Comentário
Tratamento pode trazer vantagens econômicas

Depois de anos em que não houve investimento no segmento de tratamento de efluentes no País, as empresas vêem com otimismo a consciência que começa a surgir da necessidade não só ambiental, mas também financeira de tratar os esgotos.

No momento em que os olhos se voltam para a necessidade de preservar e/ou recuperar nossos rios e demais fontes de água potável, a necessidade de formas inteligentes de tratar os esgotos e efluentes passa a ser fundamental.

Por isso, o tradicional tratamento, feito com coagulantes e floculantes, é uma das alternativas mais procuradas tanto pelas indústrias e empresas do setor de serviços quanto por companhias particulares de fornecimento de água e saneamento básico.

Mas a preocupação com o reciclo não é motivada apenas pela consciência ambiental. O custo da água, cada dia mais alto, e a legislação ambiental a ser obedecida também são fatores a ser considerados, não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.

Com isso, os fabricantes de soluções para a área estão muito otimistas e apontam o mercado latino-americano como um dos mais promissores, com destaque para o Brasil, já que na Europa, por exemplo, o gasto com efluentes é muitas vezes superior ao do tratamento da água potável, uma tendência que deve chegar, mais cedo ou mais tarde, aos chamados países emergentes.

Mercado atual e perspectivas

“Diante da necessidade de minimizar a poluição ambiental no planeta, causada pela contaminação da água, o reúso por meio da clarificação se torna um dos meios mais rápidos de atender essa condição.

A tendência é mundial”, aponta Juraci Francisco de Araújo, gerente de produtos da Veolia, acrescentando que “a tendência é de alta, tendo em vista que o custo pago pela água atualmente tem se elevado substancialmente.

A utilização de coagulantes e floculante é indispensável para a realização de um adequado processo de clarificação de água e efluentes.”

Lembrando que o tipo de tratamento continua dependendo do que, de quanto se pretende remover e de quais contaminantes estão presentes na água efluente, Edison Guimarães Kuhn, gerente de vendas América do Sul da Tanac, acentua que o mais importante, no momento atual, é a incessante busca pelo reúso da água após tratada, o que faz com que as empresas busquem maior eficiência nos seus sistemas de tratamento.

“Com isso, os melhores equipamentos e produtos químicos tendem a se sobressair em nosso concorrido mercado.

No Brasil, há diferenças gigantescas de um estado para outro, pois a fiscalização não ocorre com o mesmo nível de prioridade para cada governo estadual e conseqüentemente os investimentos também seguem a mesma ordem de importância.

Há estados que iniciaram com seu sistema de fiscalização ambiental há mais de 30 anos, enquanto outros estão engatinhando nessa área. De qualquer forma, todo o Brasil está cada vez mais preocupado com o tratamento de seus efluentes, e vem crescendo exponencialmente tanto a fiscalização quanto o interesse do empresário em gerar um resíduo de melhor qualidade.

Em nível mundial, ocorre exatamente o mesmo que no Brasil. Há países com maior ou menor desenvolvimento na área ambiental, mas todos evoluindo rapidamente, em busca de melhoria significativa em relação ao que vem sendo realizado hoje”, pondera.

Sérgio Belleza, gerente nacional de vendas da Argal Química, sublinha que o mercado está direcionado para o conceito de reúso: “Quando a cobrança da captação da água de rios e poços começar, o retorno do investimento em estações de efluente visando o reúso será extremamente curto e favorável aos empresários.

O tratamento físico-químico mostra-se o mais barato e eficiente para a maioria dos casos. O futuro do segmento é promissor, visto os grandes projetos de investimentos em reúso existentes nos segmentos químico, petroquímico e de papel e celulose.”

Belleza ainda ressalta que “embora o potencial do saneamento básico seja superior, os negócios com a indústria são mais constantes, sem burocracias e portanto com chances de desandar de uma hora para outra.

Estudos revelam que nos próximos anos a América Latina terá investimentos em tratamento de efluentes e de água industrial da ordem de US$ 2,2 bilhões. Desse total, pouco acima da metade se voltará apenas ao mercado brasileiro, de longe o mais importante. Como fornecedor de químicos para tratamento de efluentes, estamos otimistas quanto ao potencial de crescimento do mercado”.

Alexandre Moreira, regional technical marketing leader da GE Water & Process Technologies, avalia que, na verdade, não existe uma tendência nesse mercado para direcionar para um ou outro produto. “O que existe é algum cliente ter alguma oscilação na performance de seu efluente e ou afluente e pretender resolver em curtíssimo espaço de tempo.

Quando somos consultados, vamos ao cliente, fazemos os devidos jar tests e corrigimos o item crítico para tornar o sistema estável novamente”, relata.

Por outro lado, o técnico da GE diz acreditar que existe a tendência cada vez maior no mercado pela substituição de todas as commodities do sistema para o uso de coagulantes e floculantes com ativos mais eficientes e com reduzidíssima formação de lama decantada.

“Isso ocorre pelos custos cada vez maiores para aterro e incineração, redução de dosagens de produtos para controles de pH, redução do trabalho braçal operacional, face à baixa quantidade de produto a ser manipulada etc.

Enfim, o futuro do segmento é sempre avaliar a relação custo/benefício e não mais apenas o custo unitário dos produtos (lei do ‘low price’), associado cada vez mais ao uso de máquinas e equipamentos para remoção desses sólidos e estabilidade do sistema, como o uso da ultrafiltração (barreira física) no lugar dos atuais sistemas de clarificação/filtros de areia.

O mesmo ocorre no uso da membrana de MBR para otimizar mais ainda a água final do lodo ativado no lugar do segundo clarificador.

Outro futuro desse segmento (efluente), que deverá chegar para ficar, é o controle de certos contaminantes por meio do uso de produtos à base de bactérias vivas específicas para a remoção preferencial desse tipo de contaminante, já que não interferem no funcionamento normal do lodo ativado, apesar de ser também colocado no reator biológico.

Idem para as linhas de remoção de odor em efluentes. Essa solução via produtos à base de bactérias seletivas para a remoção de óleo, DQO, DBO, COT, graxas, fenóis, cressóis, surfactantes, gorduras, N, P, NH3, nitrato, odor etc. será específica da GE, com seu lançamento previsto para o segundo semestre deste ano”, anuncia.

Moreira ainda informa que “o mercado de tratamento de efluentes em todo o mundo, principalmente nos países em desenvolvimento, como o Brasil, está a todo vapor em termos de crescimento e novos investimentos para sua melhor operacionalização e resultados, pois a exigência mundial para a redução do uso de água, seu custo cada vez mais alto, leis mais rígidas e multas aplicadas estão fazendo com que todos, de funcionários até donos de fábricas e seus gerentes, façam campanhas educativas para tal otimização”.

Para ele, “a maior corrida atual, no Brasil e mundo, é justamente se tentar reusar todas as águas geradas na empresa. Países mais desenvolvidos já conseguem reciclar até 95% de toda a água usada, o que implica quase um sistema fechado.

Quanto mais limpa for a água no seu efluente, mais barato ficará o projeto de reúso”.

Já para Kelly Vieira da Silva, engenheira química responsável da Alcolina, “nos dias atuais, com o uso racional e o reúso de água, diversas empresas buscam minimizar problemas relacionados à disponibilidade hídrica e ao lançamento de efluentes.

Com isso a demanda por instalações e projetos de reúso de água vem crescendo devido ao aumento do custo da água e das limitações de descarte das águas que são utilizadas em indústrias. É impossível, diante do cenário atual, não se preocupar com a responsabilidade ambiental”.

Ela acentua que existem inúmeras práticas para o tratamento de águas, mas a mais utilizada é o tratamento convencional, que oferece ótimo custo/benefício às empresas. “O tratamento convencional é baseado praticamente em duas etapas, que são coagulação e floculação, onde o processo de coagulação inicia-se primeiramente em um tanque de mistura rápida, cuja finalidade é criar condições para que em poucos segundos o coagulante seja uniformemente distribuído por toda massa de água.

Ao passar por esse processo, a etapa seguinte é a floculação, que consiste na adição de um floculante, geralmente de cadeia longa, com a finalidade de aumentar o tamanho e o enrijecimento dos flocos antes formados pela adição do coagulante e fazê-los decantar para posterior remoção da água limpa”, define.

De acordo com Heitor Zuntini, gerente de produtos no Cone Sul da Nalco, o futuro do tratamento certamente passa pela necessidade de produtos químicos de alta performance e por serviços a eles associados.

“Sob o ponto de vista de produtos químicos, não podemos dizer que existe um único tipo de tratamento que seja mais utilizado hoje. Isso porque as demandas são extremamente diversas e as possíveis soluções também podem ser bastante variáveis, a depender das condições operacionais dos sistemas.

Outra tendência marcante do segmento é a necessidade de reciclo de água, dada sua escassez, e muito investimento tem sido feito nessa área, incluindo movimentos feitos pela Nalco Brasil para o atendimento dessa demanda.”

No Brasil e no mundo, devido à legislação cada vez mais restritiva e à constante evolução da sociedade no sentido de cobrar cada vez mais responsabilidade das indústrias de forma geral, o futuro do mercado de tratamento de efluentes está sendo marcado por grandes investimentos em desenvolvimento de produtos, equipamentos e serviços.

“Embora não disponha de números para ilustrar o crescimento desse mercado, podemos garantir que trata-se de uma área de grandes oportunidades para os players”, comemora Zuntini.

Produtos

A Tanac é fabricante de uma linha de coagulantes e floculantes de origem vegetal, extraídos da casca da acácia-negra, cujo nome comercial é Tanfloc. Caracterizam-se como polímeros catiônicos de baixo peso molecular e são utilizados em sistemas de decantação, flotação e desidratação de lodo, em diversos efluentes industriais, bem como nas estações de tratamento de esgoto doméstico.

O Tanfloc também possui liberação para uso em tratamento de águas para abastecimento público, através do NSF International.

Além disso, pode ser utilizado na clarificação em processos industriais. Em função da sua baixíssima toxicidade, se comparado aos sais inorgânicos, o Tanfloc é extremamente benéfico aos sistemas que tenham um tratamento biológico em seqüência ao físico-químico.

A Veolia conta com os sais de alumínio e PAC (policloreto de alumínio) e polímeros catiônicos, não iônicos e aniônicos, que podem ser empregados em processos de clarificação e sedimentação de águas e efluentes industriais para possibilitar a utilização dessas águas em usos e aplicações diversas.

A Argal Química trabalha com linha completa de coagulantes e floculantes, sendo que os coagulantes são produtos de revenda.

As linhas são compostas pelos coagulantes aluminato de sódio, barrilha leve, cal hidratada, cloreto férrico líquido a 60%, policloreto de alumínio, sulfato de alumínio granulado (ferroso), sulfato de alumínio granulado (isento de ferro), sulfato de alumínio líquido 50%, sulfato de alumínio pó (isento de ferro).

Já os floculantes são polieletrólitos catiônicos, aniônicos e não iônicos, em pó e em emulsão, de baixo, médio e alto peso molecular, além de acidulantes e alcalinizantes. Esses produtos são utilizados tanto nos tratamento de afluentes quanto no tratamento de efluentes, tanto para descarte ou visando o reúso.

“Um tratamento de água físico-químico envolve as etapas de equalização, coagulação (dosagens dos coagulantes pré-determinados em jar-test), neutralização (correção do pH) (alcalinizantes ou acidulantes), floculação (polieletrólitos), precipitação química, sedimentação/decantação ou flotação (nesse ponto também pode ser utilizado um polieletrólito para auxiliar na desidratação do lodo)”, relembra Belleza, acrescentando que “os polieletrólitos são auxiliares importantes no tratamento, pois após a coagulação as partículas coloidais estão prontas para serem agrupadas pela força mecânica ou hidráulica dos floculadores.

A fim de auxiliar a formação de flocos, bem como torná-los maiores e mais pesados, adicionam-se polímeros orgânicos em conjunto com os sais metálicos, que agregam as partículas coloidais neutralizadas e em suspensão, tornando-as maiores e de maior peso para acelerar a velocidade de sedimentação”.

A GE Water & Process Technology, assim como a maioria das empresas de tratamento de água no Brasil, vende muitos tipos de coagulantes e floculantes de uma infinidade de diferentes matérias-primas e em diferentes tipos de fornecimentos, como sólido, líquido e emulsão, que podem ser mais ou menos catiônico, não-iônicos, noniônicos, entre outros, além de poderem ser fabricados com mínimo, médio e ou elevado peso molecular.

Na linha conta com os coagulantes taninos, diversos tipos de poliaminas, policloreto de alumínio, cloreto férrico (várias formas), sulfato de alumínio, terpolímeros, ferric sulfate, diferentes misturas (polyblends, como polytanin amine; aluminato de sódio, cloreto de cálcio/cloreto férrico/polímeros etc.). Em floculantes possui polímeros de diferentes tipos de cadeias em suas configurações.

“Em ambos os casos, sempre se torna necessário avaliarmos via testes de jarro para definirmos qual é o melhor tipo de cadeia para uma melhor floculação. Esses tipos de polímeros poderão ser misturados e se tornar diferentes tipos de produtos, conforme for cada aplicação (criticidade)”, avisa Moreira, recordando que geralmente se dosa o coagulante para a devida estabilização das cargas em cada partícula e, em seguida, se dosa o floculante que servirá para unir essas partículas (formar pontes) já estabilizadas e formar um floco, que, com o seu peso, irá decantar no sistema.

“Esses produtos poderão ser utilizados em clarificação da água, ou seja, na remoção da coloração, turbidez, sólidos suspensos e de outros componentes com menor eficiência (dependendo da qualidade do efluente e/ou água a ser tratada, como DQO, DBO, COT e etc.);

em potabilidade da água, mas nesse caso é obrigatório ter o devido certificado de potabilidade; para remoção geral de outras impurezas; tratamento de efluentes, como salmoura, tratamento biológico;

tratamento do lodo removido;

gorduras animais;

lavadores de gases, efluentes de decapagem de metais;

indústrias de alimentos; óleos comestíveis;

lacticínios; cervejarias; indústrias cítricas; fertilizantes;

papel e celulose;

siderurgias; t

êxteis;

sanitários;

indústrias químicas em geral;

refinarias de petróleo;

automobilística;

filtração em linha e em areia;

tintas e vernizes;

indústrias gráficas;

conservas;

lavanderias industriais;

detergentes;

termelétricas, entre outros.

Buscando sempre atender às necessidades do mercado, a Alcolina possui uma linha completa para tratamento de efluentes. Entre os principais produtos estão os coagulantes à base de cloreto básico de alumínio e os floculantes – polieletrólitos à base de poliacrilamida –, que juntos proporcionam um ótimo resultado em qualquer programa de tratamento de água.

Entre os coagulantes, Kelly destaca os inorgânicos PA 1200, PA 1300 e PA 1800. Já em relação aos floculantes, cita os polímeros aniônicos, catiônicos e não iônicos AP 1600, AL 1600, CP 1500, CL 1500 e AL 1600. “Além do fornecimento do aditivo químico em geral, disponibilizamos nossa equipe técnica para qualquer informação e assistência necessária”, avisa.

A Nalco, além dos produtos considerados commodities no mercado, como os inorgânicos baseados em cloretos de alumínio e férricos, entre outros, manufatura coagulantes orgânicos, especialmente aplicáveis em sistemas que produzem água potável.

“Trata-se, portanto, de produtos de alto desempenho e que nos posicionam muito bem para atender os requisitos cada vez mais estritos estabelecidos pelas normas de regulamentação mais recentes”, garante Zuntini.

Quanto aos floculantes, a empresa tem expertise na produção e na aplicação de polímeros floculantes de diversos pesos moleculares e percentual de carga, sejam eles catiônicos, aniônicos ou não iônicos.

Os coagulantes e floculantes são utilizados tanto com o objetivo de clarificar (“limpar”) a água que entra em uma ETA, ou seja, que será utilizada como água potável ou para fins industriais, como para tratar os efluentes.

Existem ainda inúmeras outras aplicações, como na indústria de papel e celulose e na fabricação de açúcar e álcool. Cada aplicação particular requer determinadas características do floculante utilizado e, portanto, podemos dizer que a ciência de manufatura e aplicação de polímeros floculantes é bastante complexa e continua em franca expansão.

De acordo com Wanderley Ferreira, diretor de marketing e vendas da Kemira, “no mercado de tratamento de água potável há uma forte tendência na redução do uso de produtos químicos, seja pela utilização de produtos mais eficientes ou pela combinação de químicos, visando como conseqüência uma redução na geração de lodo.

Por outro lado, e ao mesmo tempo, com a degradação da qualidade das águas de nossos mananciais e rios são necessários novos produtos químicos (carvão ativado, permanganato de potássio etc.) para se atingir e garantir uma água tratada dentro dos padrões de qualidade exigidos por lei”.

O executivo da Kemira conta que, na Europa, as vendas da empresa são destinadas em sua maior parte para o tratamento de esgotos e efluentes, numa proporção de quatro a cinco vezes maior em relação ao que é comercializado para o tratamento de afluentes.

No Brasil, onde a empresa já está no mercado há 13 anos, Ferreira aponta que há um mercado em pleno crescimento, motivado principalmente por razões legais e socioambientais. “Boa parte das novas tecnologias e químicos para tratamento é originada desse mercado em razão da complexidade e composição dos efluentes gerados nos processos industriais.

Além disso, com maior rigor dos órgãos ambientais e o aumento do custo da água, há uma forte tendência de as indústrias partirem para o reúso.”

Tendo chegado ao Brasil via joint venture com a Tibras (depois, Millenium, Lyondell e agora Cristal), para comercializar sulfato ferroso, hoje a Kemira Water é a única empresa no Brasil que fabrica e possui toda a linha de coagulantes e floculantes para tratamento de água potável, esgotos domésticos e efluentes líquidos industriais.

Entre os coagulantes inorgânicos, produz o sulfato de alumínio (ferroso e isento de ferro, tanto líquido como sólido), cloreto de alumínio (PAC), cloreto férrico e sulfato férrico. Esses produtos são fabricados nas cinco unidades que tem no Brasil, estando a matriz em São Bernardo do Campo-SP, e as demais em Camaçari-BA, Lages-SC, Três Barras-SC e Arapoti-PR.

Os floculantes, mais conhecidos como polímeros ou polieletrólitos, totalizando mais de uma centena de tipos diferentes, são produzidos em fábricas pela Europa, Estados Unidos e América Latina, todos com certificação internacional da NSF (National Sanitation Foundation), órgão ligado ao EPA/EUA.

Os coagulantes inorgânicos são utilizados em tratamento de água potável, tratamento de água industrial (ou de processo) e no tratamento de efluentes líquidos na etapa de coagulação química.

Uma aplicação recente, no Brasil, é a sua utilização no tratamento fisíco-químico de esgotos domésticos (conhecido também como CEPT- Chemical Enhanced Primary Treatment), que visa tanto aumentar a remoção de matéria orgânica quanto a remoção de nutrientes, em especial o fósforo.

Já os floculantes/polímeros são utilizados nos mesmos processos acima como auxiliares de coagulação/floculação, “potencializando” a eficiência dos coagulantes na remoção de partículas e contaminantes. Outra grande aplicação desses químicos é na etapa de condicionamento dos lodos de ETAs e ETEs visando sua desidratação e desaguamento por equipamentos específicos.

 

Fonte: www.h2oagua.com.br

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