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	<title>Fabricamos Agitador Mecânico &#124; Preparador de Polímero &#124; Célula de Flotação &#124; Peneirador Vibratório &#124; Mesa de Concentração &#187; Engenharia Ambiental</title>
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	<description>Fornecemos Agitadores Mecânicos , preparador de Polímero, Célula de Flotação, Peneirador Vibratório, Mesa de Concentração, Moinho de Disco, entre outros equipamentos</description>
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		<title>Atividades de Mineração</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 18:10:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[preparador de]]></category>

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		<description><![CDATA[ Mineração e degradação de áreas
A degradação da área é inerente ao processo de mineração. A intensidade desta degradação depende do volume, do tipo de mineração e dos rejeitos produzidos.
A recuperação destes estéreis e rejeitos deve ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <em><span style="color: #000080;">Mineração e degradação de áreas</span></em></p>
<p>A degradação da área é inerente ao processo de <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">mineração</a>. A intensidade desta degradação depende do volume, do tipo de <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">mineração </a>e dos rejeitos produzidos.</p>
<p>A recuperação destes estéreis e rejeitos deve ser considerada como parte do processo de <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">mineração</a>. Esta recuperação resulta numa paisagem estável, em que: a poluição do ar e da água é minimizada, a terra volta a ser auto-suficiente e produtiva, o habitat da fauna é restabelecido, e uma paisagem esteticamente agradável é estabelecida. A ação de recuperação, cuja intensidade depende do grau de interferência havida na área, <span id="more-912"></span>pode ser realizada através de métodos edáficos (medidas de sistematização de terreno) e vegetativos (restabelecimento da cobertura vegetal). Em essência, é imprescindível que o processo de revegetação receba o mesmo nível de importância dado à obtenção do bem mineral.</p>
<p>Os possíveis níveis de recuperação de uma área podem se dividir em:</p>
<p><em><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #000080;">a) Nível básico</span> </span>- prevenção de efeitos maléficos para a área ao redor do local, porém sem medidas para recuperação do local que foi minerado.</em></p>
<p><em><span style="color: #000080;">b) Nível parcial</span> &#8211; recuperação da área a ponto de habilita-la para algum uso, mas deixando-a ainda bastante modificada em relação a seu estado original.</em></p>
<p><em><span style="color: #000080;">c) Recuperação completa</span> &#8211; restauração das condições originais do local (especialmente topografia e vegetação).</em></p>
<p><em><span style="color: #000080;">d) Recuperação que supera o estado original da paisagem antes da <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">mineração</a></span>. Em certos casos, o empenho em recuperar uma área já minerada resulta em melhoramento da estética do local em relação ao estado original.</em></p>
<p>Alguns dos principais problemas constatados na exploração <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">mineral</a> são : assoreamento dos leitos dos rios por material de capeamento (solo vegetal e solo residual) e por rejeitos da <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">mineração.</a></p>
<p>Utilização de monitores hidráulicos para efetuar desmonte da cobertura do solo, carreando volumes enormes de lama para cursos de água, causando turbidez elevada a juzante das trabalhosas matas ciliares não protegidas dentro do que determina a legislação, e não raro utilizam estas áreas como bota-fora dos rejeitos ou estéreis. Desprezo da terra fértil, quando da limpeza de uma nova frente de trabalho.</p>
<p>Águas perenes e pluviais espraiando-se pelo pátio de obras. Falta de um lugar definido como local de bota-fora dos rejeitos.</p>
<p>Descaracterização do relevo, pondo em risco sítios de beleza, inibindo o fluxo turístico. A não recuperação das áreas <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">mineradas</a> de forma generalizada, inclusive de lavras já abandonadas.<br />
<strong><span style="color: #000080;">Etapas da recuperação</span></strong></p>
<p>As etapas de recuperação envolvem:</p>
<p><em><span style="color: #000080;">1.Pré–planejamento</span> </em>O pré-planejamento é essencial em recuperação, pois permite a identificação de área problemática antes que apareça. O pré-planejamento pode assumir várias formas, e uma legislação recente exige o Estudo de Impacto Ambiental (EIA), o Relatório de Impacto <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">Ambiental</a> (RIMA) e o Plano de Recuperação.</p>
<p>Os estudos descrevem as condições ambientais antes de se iniciarem as atividades, sendo a base para determinação de impactos e da recuperação. Deverão ser identificadas durante estes estudos as áreas de referência ou as que não serão alteradas durante a mineração e que poderão ser usadas para orientar o recobrimento vegetal, com fontes de sementes, etc.</p>
<p>O Relatório de Impacto Ambiental identifica e, dentro do possível, quantifica todos os impactos associados com a mineração e atividades relacionadas, tais como a efetivação de medidas mitigatórias.</p>
<p>Os dois documentos acima citados são utilizados para preparar o plano de recuperação. Este plano deve conter uma orientação, passo a passo, para os procedimentos que serão empregados para recuperar todas as áreas degradadas pela mineração e atividades correlatas.<br />
<span style="color: #000080;"><em>2.Estabelecimento de objetivos a curto e a longo prazo</em></span><br />
Os objetivos de recuperação são uma parte muito importante do processo de planejamento e devem ser explicitamente declarados no plano de recuperação, pois definem o produto que deve ser obtido. O processo inteiro de recuperação deve ser direcionado para dar suporte à realização deste objetivo.<br />
<em><span style="color: #000080;">3.Remoção da cobertura vegetal e lavra</span> </em><br />
O revestimento vegetal do local minerado pode corrigir ou diminuir, substancialmente, os impactos provocados pela mineração sobre os recursos hídricos, edáficos e visuais da área. Normalmente, a vegetação existente no início da mineração é eliminada no começo das atividades.</p>
<p>Seguem-se alguns procedimentos para remoção da vegetação e das lavras:</p>
<p>Retirar qualquer material com valor comercial, como a madeira, para depois remover completamente a cobertura vegetal.</p>
<p>Remover completamente todo solo orgânico.</p>
<p>Remover o solo estéril e o minério. A deposição de solo estéril ocorre ao mesmo tempo em que ocorre a escavação. Esta fase é decisiva para a recuperação, pois a futura paisagem estará sendo definida. Sempre que possível, o estéril deve ser depositado na mesma seqüência que foi retirado &#8211; isto vai garantir que o melhor material esteja depositado na superfície.</p>
<p><em><span style="color: #000080;">4.Obras de engenharia na recuperação</span> </em><br />
Do ponto de vista ecológico, o controle de taludes e de água parece ser um fator importante para alcançar a estabilidade de áreas mineradas. Em situações de mineração nos trópicos, a água parece ser o fator que mais cria instabilidade. Isto se manifesta através de deslizamentos de superfície e transporte de partículas ou movimentos de massa dos depósitos estéreis, em virtude da saturação e/ou das condições lubrificantes da água, causando sedimentação nos cursos de águas. As técnicas para controle da sedimentação nos cursos de água, controle de taludes e águas são as seguintes:</p>
<p>Instalar represas ou escavações de lagoas para facilitar a deposição do sedimento proveniente das lavras, antes que este se deposite nos córregos ou rios. Caso já ocorra problema de assoreamento, deve-se remover do leito natural, o entulho já depositado, o que envolverá catação de grandes blocos de limpeza com retroescavadeira de material granulado. O trabalho de desmonte hidráulico é inadmissível sem prévia decantação em barreiras adequadamente dimensionadas e construídas, segundo diversas tecnologias disponíveis. O mais adequado é a construção de barragens com estéril e rejeitos provenientes da frente de lavra.</p>
<p>Modificar o mínimo possívelda área durante a mineração. As áreas já conturbadas devem ser recuperadas progressivamente, sem esperar seu abandono após a mineração. A área minerada deve ficar exposta o mínimo de tempo possível.</p>
<p>Implantar, progressivamente, os trabalhos de gradagem e revestimento, colocando, pelo menos, vegetação temporária ou cobertura morta por cima da área, se houver demora no estabelecimento da vegetação permanente. Nos últimos anos foi desenvolvida uma nova técnica de gradagem com aparelhos que sulcam e alisam o terreno simultaneamente (furrow-grading).<br />
<em><span style="color: #000080;">Evitar a colocação dos restos das escavações nos cursos de água.</span> </em></p>
<p>Evitar a modificação do leito original dos cursos de água; quando as estradas de acesso passarem por cima ou acima dos cursos d&#8217;água, as pontes ou outras obras devem ser construídas de modo que a drenagem não atinja o curso de água que está abaixo. Também se deve evitar que os cursos de água sejam poluídos durante a construção da ponte ou a instalação de canalização.</p>
<p>Todo estéril deve ser depositado de maneira controlada, envolvendo uma camada drenante na base da pilha, algum tipo de drenagem interna, uma base estabilizada de rocha, bancadas que drenem de fora para dentro e para as laterais do depósito.</p>
<p>A construção de terraços também é reconhecida como uma prática viável para recuperação de áreas que sofreram mineração. (A formação de terraços aumenta a estabilidade e favorece a recuperação. A largura dos terraços varia de 3 a 15m, com uma média de 10m. A distância vertical varia de 8 a 20m, deve-se evitar o alto grau de declividade entre os terraços).</p>
<p>Construir terraços ou banquetas com solo compactado e coberto com vegetação vigorosa ao pé das escavações da mineração. Estes terraços diminuirão a velocidade da enxurrada e receberão seus depósitos de sedimentação antes que estes atinjam o curso de água.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: ambiente brasil</p>
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		<title>Artigo sobre Mesa de Concentração</title>
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		<comments>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/04/28/artigo-sobre-mesa-de-concentracao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 20:39:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Fenasan]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Outros Equipamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Concentração de finos provenientes da planta de beneficiamento do minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM por mesa oscilatória.
RESUMO
Esse artigo apresenta estudos de concentração de finos de minério de manganês (estocados como rejeito) da ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Concentração de finos provenientes da planta de beneficiamento do minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM por mesa oscilatória.</strong></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>RESUMO</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Esse artigo apresenta estudos de concentração de finos de minério de manganês (estocados como rejeito) da Mineração Morro da Mina/RDM em mesa oscilatória, visando à obtenção de concentrados para serem empregados na indústria metalúrgica. Os teores de Mn, na amostra global e nas frações acima e abaixo de 0,074 mm, eram de 28,30; 26,84 e 31,31%, respectivamente. Pela análise granulométrica, verificou-se que 80% desses finos encontravam-se abaixo de 0,149 mm. Nas condições otimizadas dos ensaios de concentração (15% de sólidos na polpa e ângulo de inclinação da mesa igual a 3º), foram obtidas recuperações de manganês da amostra global, acima e abaixo de 0,074 mm de 77, 81 e 62%, respectivamente. Os teores de manganês e impurezas, nos concentrados, para as amostras estudadas, satisfizeram as especificações químicas dos produtos comercializados pela empresa.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>Palavras-chave</strong>: Finos de minério de manganês, concentração em mesa oscilatória, tratamento de resíduos.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>ABSTRACT</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">This article presents the results of fine manganese ore from Morro da Mina Mine/RDM concentration studies using oscillatory table in order to obtain concentrates to be used in metallurgical industries. The global, the fractions above and below 0,074 mm samples manganese contents were 28,30; 26,84 and 31,31%, respectively. It was observed that 80% of the particles in global sample were below 0,149 mm. For the optimized table concentration test, solids pulp with 15% and table inclination angle of 3º, the manganese recoveries of the global, fraction above 0,074 and below 0,074 mm samples were of 77, 81 and 62%, respectively. The manganese and impurities contents in those concentrates satisfied the chemical specifications of Morro da Mina Mine/RDM products.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>Keywords</strong>: manganese fine ores, concentration in oscillatory table, tiling processing.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>1. Introdução</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">O manganês é um elemento de transição da família do ferro. Em termos de abundância, perfaz 0,09% em peso dos constituintes da crosta terrestre (Wills, 1992). Devido às suas características físico-químicas, esse elemento pode atuar como agente desoxidante, oxidante, dessulfurante e ser responsável por propriedades como maior maleabilidade, tenacidade e dureza dos aços. É também usado para obtenção de gusa, ferro-ligas e aços especiais. Na indústria não metalúrgica, o manganês é utilizado para fabricação de fertilizantes, pilhas eletrolíticas, cerâmicas, tintas, vernizes, reagentes químicos, entre outros udos (Gonçalves &amp; Serfaty, 1976; Ullmann, 1985)</span>.</p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Normalmente, o beneficiamento de minérios de manganês de elevados teores compreende etapas de fragmentação e classificação granulométrica. Para minérios de baixos teores, podem ser utilizados métodos de concentração, como gravimetria e flotação .</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Caneschi (1994) realizou estudos de caracterização e concentração do minério de manganês da Mina de Peruaçu, MG, onde um dos equipamentos de concentração utilizados foi a mesa concentradora. O minério foi dividido em duas frações granulométricas: 0,84 +0,21 mm e 0,21 +0,074 mm. Na faixa granulométrica 0,84 +0,21 mm (-20 +65 mesh), a alimentação tinha cerca de 35% em Mn, obtendo-se após o ensaio, um concentrado com uma média de 40% em Mn. Já para a faixa de 0,21 +0,074 mm (-65 +200 mesh) obteve-se um concentrado com teor de Mn em torno de 42%, enquanto que, na alimentação, o teor de manganês estava em torno de 32%.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Andrade (1978), tratando um minério por flotação da região de São João del-Rey, conhecido como gondito, contendo aproximadamente 35% de manganês, obteve concentrados com até 46% de Mn e recuperação metalúrgica de 80%, para as seguintes condições: pH na faixa 3-4, usando HF, como modulador de pH, coletor Adogen 172 98<sup> </sup>A +83, 600g/t (oleil-amina primária, produzida pela Ashland).</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">O beneficiamento do minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM faz-se através de britagem, classificação granulométrica e lavagem para remoção da fração fina (abaixo de 0,15 mm) do minério, que, normalmente, vai para um tanque, onde é feita a decantação desses resíduos sólidos, que, após a separação sólido/líquido, são estocados, gerando um grande volume de finos ao longo da vida útil da mina, que, já ultrapassa um século de atividade. Logo, é de extrema importância, do ponto de vista ambiental e econômico, o desenvolvimento de processos e circuitos de concentração, que visem ao aproveitamento desses resíduos, quer para o emprego na indústria metalúrgica quer para outros fins. Dentro desse contexto, esse trabalho teve como objetivo concentrar os finos de minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM, utilizando mesa oscilatória, visando a obter concentrado dentro das especificações químicas dos produtos comercializados por essa mineradora.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>2. Materiais e métodos</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">A amostra de finos de manganês provenientes da lavagem do minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM era constituída, essencialmente, pelos minerais de manganês rodocrosita e espessartina, quartzo, flogopita e clinocloro, huntita, anita e rutilo. Esses minerais foram determinados por difração de raios X (método do pó total). A distribuição granulométrica foi obtida por um peneiramento a úmido, usando a série Tyler de peneiras de 0,42 a 0,037 mm (35 a 400 mesh).</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Os teores de Mn, Fe<sub>,</sub> SiO<sub>2</sub>, CaO, Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub> e P, da amostra global e das frações granulométricas acima de 0,074 mm (+200mesh) e abaixo de 0,074 mm (-200mesh) e dos produtos dos ensaios de concentração, foram determinados por fluorescência de raios X.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Para os estudos de concentração gravítica em mesa oscilatória, foi utilizada uma mesa tipo Wilfley. As variáveis estudadas foram as faixas granulométricas +0,074 mm, -0,074 mm e amostra global; ângulo de inclinação da mesa igual a 3ºe 5º e a porcentagem de sólidos de 15, 20, 25, 30, 35%. As massas de amostra utilizadas para cada ensaio sempre foi de 2 kg.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>3. Resultados e discussão</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">A distribuição granulométrica da amostra de finos do minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM está apresentada na <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig01">Figura 1</a>, onde se observa que 51,16% das partículas estavam abaixo de 0,074mm (-200 mesh), sendo que graficamente foi obtido d<sub>50 </sub>= 0,07 mm. O d<sub>80 </sub>= 0,15 mm, isto é, 80% da amostra, encontrava-se abaixo de 0,150mm.</span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f1.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-899" title="08f1" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f1-300x198.gif" alt="08f1" width="300" height="198" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: left; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Pela <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#tab02">Tabela 2</a>, observa-se que os teores dos principais elementos analisados, Mn, Fe e SiO<sub>2</sub>, ficaram dentro dos limites indicados nas especificações químicas (Mn<sub>mínimo</sub>- 23%, Fe<sub>máximo</sub>- 6% e SiO<sub>2máximo</sub>- 35%) dos produtos da Mineração Morro da Mina/RDM.</span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08t2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-900" title="08t2" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08t2-300x130.gif" alt="08t2" width="300" height="130" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: left; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">As <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig02">Figuras 2</a>, <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig03">3</a> e <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig04">4</a> apresentam os resultados dos ensaios de concentração para o ângulo de inclinação da mesa igual a 5º, onde se observa a diminuição da recuperação de manganês com o aumento da porcentagem de sólidos na polpa para as amostras global, acima de 0,074 mm e abaixo de 0,074 mm. A porcentagem de sólidos em que foram obtidos os melhores resultados, para todas as faixas granulométricas, foi de 15 %. Nesse caso, as recuperações de manganês, para a amostra global, +0,074 e 0,074 mm, ficaram em torno de 59, 47 e 38%, respectivamente. Os teores de manganês nos concentrados decresceram ligeiramente com o aumento da porcentagem de sólidos. Pode-se afirmar que essa diminuição dos teores não foi significativa, podendo perfeitamente estar dentro da faixa de erro de análise, pois, para todos os ensaios, nas diferentes frações granulométricas, os teores dos concentrados ficaram em torno de 32 %, não ocorrendo grande enriquecimento, uma vez que o teor de manganês na alimentação da amostra global, + 0,074 e 0,074 mm, foi de 28,3; 26,8 e 31,3%, respectivamente.</span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-901" title="08f2" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f2-300x244.gif" alt="08f2" width="300" height="244" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; ">
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-902" title="08f3" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f3-300x288.gif" alt="08f3" width="300" height="288" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f4.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-903" title="08f4" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f4-300x289.gif" alt="08f4" width="300" height="289" /></a></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: left; ">com ângulo de inclinação da mesa igual a 3º, <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig05">Figura 5</a>, a recuperação de manganês, para todas as faixas granulométricas testadas, mostrou-se sempre maior que a recuperação nos ensaios com a mesa com ângulo de inclinação de 5º, chegando a 77%, para a amostra global, 81%, para a fração acima de 0,074 mm e 62%, para a fração abaixo de 0,074mm, ou seja, acréscimos de 20, 33 e 24 %, respectivamente para as amostras ensaiadas. O teor de manganês ficou em torno de 31,50 %, não ocorrendo grande enriquecimento, uma vez que o teor de manganês da alimentação da amostra global foi de 28,3%, + 0,074 foi de 26,8 e -0,074 mm foi de 31,3%.</p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f5.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-904" title="08f5" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f5-300x225.gif" alt="08f5" width="300" height="225" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Em termos de teor de manganês nos concentrados, para todos os ensaios em mesa oscilatória, observa-se que a relação de enriquecimento foi pequena, mas há de se salientar que, para todos os concentrados obtidos, os teores de manganês estavam bem acima do valor mínimo (Mn<sub>min.</sub>-23%) desse elemento apresentado pelas especificações químicas dos produtos da Mineração Morro da Mina/RDM (<a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#tab01">Tabela 1</a>).</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Observa-se, pela <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig05">Figura 5</a>, que, tanto o teor, quanto a recuperação de manganês da fração acima de 0,074mm, foram similares aos valores obtidos com a amostra global. Para a fração granulométrica menor que 0,074mm, obteve-se recuperação bem menor do que nos casos anteriores. Isto pode estar relacionado com a faixa de eficiência do equipamento, que, segundo a literatura, está acima de 0,074mm.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Os teores das principais impurezas, nos concentrados de todos os ensaios realizados na mesa oscilatória, Fe, SiO<sub>2</sub>, Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub>, CaO e P, não apresentaram variações significativas, com a variação da porcentagem de sólidos na polpa. A <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#tab03">Tabela 3</a> apresenta o valor médio das principais impurezas nos concentrados, para a amostra global e para as frações granulométricas +0,074 e 0,74 mm, nos ensaios com ângulo de inclinação da mesa igual a 5º e 3º.</span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08t31.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-905" title="08t31" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08t31-300x202.gif" alt="08t31" width="300" height="202" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center;">
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>4. Conclusões</strong></span></p>
<ul>
<li>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">A análise química dos finos do minério de manganês mostrou que os teores dos principais elementos analisados, Mn, Fe e SiO<sub>2</sub>, foram 28,3; 3,67 e 28,10 %, respectivamente, e estavam dentro dos limites indicados pelas especificações químicas (Mn<sub> mín.</sub> = 23 %, Fe<sub>máx.</sub> = 6 % e SiO<sub>2máx</sub> = 35 %) dos produtos da Mineração Morro da Mina/RDM.</span></p>
</li>
<li>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">A mudança do ângulo de inclinação da mesa de 5º para 3º acarretou um grande aumento na recuperação de manganês nos concentrados, chegando a 77%, para a amostra global, 81%, para a fração acima de 0,074 mm e 62%, para a fração abaixo de 0,074mm, ou seja, acréscimos de 20, 33 e 24%, respectivamente.</span></p>
</li>
<li>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Em conjunto, os maiores valores da relação de enriquecimento e recuperação de manganês são obtidos para a fração granulométrica acima de 0,074 mm (recuperação de Mn de 81%) e amostra global (recuperação de Mn de 77%), nos ensaios com 15% de sólidos na polpa e a mesa com ângulo de inclinação igual a 3º.</span></p>
</li>
</ul>
<p style="font-size: 13px;">
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>5. Agradecimentos</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">As autoras agradecem à CAPES, pela concessão de bolsa de estudo, e à Mineração Morro da Mina/RDM, pela concessão da amostra e financiamento do projeto.</span></p>
<p style="font-size: 13px;">
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>6. Referências Bibliograficas</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">ANDRADE, V. L. L. <strong><em>Estudos de Concentração do Gondito</em></strong>. Belo Horizonte: Escola de Engenharia, Universidade Federal de Minas Gerais, 1978. 70p. (Dissertação de Mestrado em Engenharia Metalúrgica e de Minas).</span> [ <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008">Links</a> ]</p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">CANESCHI, G. M. M. <strong><em>Estudos de concentração do minério de manganês da Mina de Peruaçu &#8211; MG</em></strong>.Belo Horizonte: Escola de Engenharia, Universidade Federal de Minas Gerais, 1994. 97p. (Dissertação de Mestrado em Engenharia Metalúrgica e de Minas).</span> [ <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008">Links</a> ]</p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">GONÇALVES, E., SERFATY, A.<strong><em> Perfil analítico do manganês</em></strong>. Brasília: Departamento Nacional da Produção Mineral/DNPM, 1976. Boletim n. 37. 149p.</span> [ <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008">Links</a> ]</p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">ULLMANN, F. Manganese and manganese alloys. In: <strong><em>Encyclopedia of Industrial Chemistry</em></strong>. Germany, VCH, Weinhein, 1985. v. 16 A, p. 77-133.</span> [ <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008">Links</a> ]</p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">WILLS, B. A. <strong><em>Mineral processing technology</em></strong>. New York: Pergamon Press, 1992. 855p.</span> [ <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008">Links</a> ]</p>
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		</item>
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		<title>Engenharia do ambiente</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 20:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[A Engenharia ambiental é um ramo da engenharia que estuda os problemas ambientais de forma integrada nas suas dimensões ecológica, social, econômica e tecnológica, com vista a promover o desenvolvimento sustentável.
Sobre Enquadramentos e Títulos
Segundo a ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">Engenharia ambiental</a> é um ramo da engenharia que estuda os problemas ambientais de forma integrada nas suas dimensões ecológica, social, econômica e tecnológica, com vista a promover o <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">desenvolvimento sustentável</a>.</p>
<p><span id="more-423"></span><strong>Sobre Enquadramentos e Títulos</strong></p>
<p>Segundo a resolução do CONFEA (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia)a Engenharia Ambiental se enquadra no:</p>
<p>Grupo: 01 &#8211; ENGENHARIA</p>
<p>Modalidade: 01 &#8211; CIVIL</p>
<p>Nível:01 &#8211; GRADUAÇÃO</p>
<p>Código de curso: 111-01-00</p>
<p>Os títulos atribuídos aos profissionais da Engenharia Ambiental previstos na legislação do CONFEA são:</p>
<p>Profissionais do sexo masculino: TÍTULO DE ENGENHEIRO AMBIENTAL abreviação Eng. Amb.</p>
<p>Profissionais do sexo feminino: TÍTULO DE ENGENHEIRA AMBIENTAL abreviação Eng. Amb.</p>
<p>A Engenharia Ambiental é um curso novo mas que, devido a desestruturação que vem ocorrendo no meio ambiente, tende a ser uma profissão bastante cotada e principalmente no Brasil, que é um dos países que vem sendo mais afetado devido ao aquecimento global, e por ser um pais com intenso fluxo industrial.</p>
<p>O engenheiro ambiental tem como função ajudar em projetos para diminuição do aquecimento global, evitando o envio dos gases ricos em CO2 para a camada de ozônio.</p>
<p>Não só essas mas a reestruturação de rios e afluentes, controlar e amenizar a poluição da água, entre inúmeras outras funções, que colocam a engenharia ambiental como a &#8220;profissão do futuro&#8221;.</p>
<p><strong>Competências do engenheiro ambiental dentre as engenharias</strong></p>
<p>Compete ao engenheiro ambiental o desempenho das atividades 1 a 14 e 18 do art. 1º da Resolução nº 218, de 29 de junho de 1973, referentes à administração, gestão e ordenamento ambientais e ao monitoramento e mitigação de <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">impactos ambientais</a>, seus serviços afins e correlatos.</p>
<p>Competências do engenheiro ambiental dentre as engenharias.</p>
<p><strong>Atividades previstas para o Engenheiro Ambiental</strong></p>
<ul>
<li>Supervisão, coordenação e orientação técnica;</li>
<li>Estudo, planejamento, projeto e especificação;</li>
<li>Estudo de viabilidade técnico-econômica;</li>
<li>Assistência, assessoria e consultoria;</li>
<li>Direção de obra e serviço técnico;</li>
<li>Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e Parecer técnico;</li>
<li>Desempenho de cargo e função técnica;</li>
<li>Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão;</li>
<li>Elaboração de orçamento;</li>
<li>Padronização, mensuração e controle de qualidade;</li>
<li>Execução de obra e serviço técnico;</li>
<li>Fiscalização de obra e serviço técnico;</li>
<li>Produção técnica e especializada;</li>
<li>Condução de trabalho técnico;</li>
<li>Execução de desenho técnico.</li>
</ul>
<p><strong>Atuação do engenheiro ambiental</strong></p>
<p>No Brasil, o Engenheiro Ambiental tem por função resolver problemas concretos de prevenção e remediação (atividade corretiva) diante das ações antrópicas mediante aplicações da tecnologia disponível, pontual e localmente apropriada.</p>
<p>De modo geral, tanto no âmbito público como privado, sua atuação deve atender aos objetivos da Política Nacional do Meio Ambiente, em obediência ao Artigo Nº 225 da Constituição Federal.</p>
<p>Além disso, deve também atender às preocupações ambientais mais amplas, consideradas em tratados internacionais como exigências relativas ao clima da Terra, entre outros.</p>
<p>São exemplos as determinações das Cartas de Estocolmo (1972), do Rio de Janeiro (ECO-92), a Convenção de Viena (1985), o Protocolo de Montreal (1987), relativo à camada de Ozônio, o Protocolo de Quioto (1997), o Protocolo de Annapolis e a Conferência promovida pela ONU em Bali (2007) quanto às mudanças climáticas.</p>
<p>De modo geral, sua atuação tem em vista condições de contorno ambientais próprias do entorno circundante. Deve também preocupar-se com o efeito abrangente por sobre a extensão territorial afetada &#8211; exemplificada pela bacia hidrográfica quanto às águas e, o potencial da emissão atmosférica potencialmente carregada pelos ventos para local distante.</p>
<p>Evidentemente também prevenir sobre possibilidade de outros vetores capazes de provocar alterações de natureza diversa.</p>
<p>De outra parte, o planejamento e a antevisão dos <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">impactos ambientais</a> expandem a responsabilidade da análise prospectiva (atividade preventiva) por sobre o &#8220;vir a ser&#8221; das coisas.</p>
<p>E torna-se agente do próprio desenvolvimento econômico em termos da ética vinculada ao progresso e bem estar da</p>
<p>coletividade, tal como de modo claro estabelece o Código Ético Profissional em seu primeiro Artigo.</p>
<p>E pela competência instituída pela lei (5.194/66) e atribuições pelo CONFEA &#8211; Conselho Federal de Engenharia Arquitetura e Agronomia, deverá fixar as exigências técnicas a serem atendidas em relação aos empreendimentos tanto de natureza pública como privada.</p>
<p>Por este motivo, o seu mercado de trabalho é bastante heterogêneo e distribuí-se por: administração central, seus serviços descentralizados a nível regional, administração local, empresas indústriais, empresas de consultoria, empresas de serviços, ONGs, instituições de investigação e ensino superior.</p>
<p>Uma das aptidões que devem ser desenvolvidas pelo engenheiro ambiental é a avaliação da duração, magnitude e reversibilidade das alterações causadas pela atividade humana no meio ambiente, independentemente de sua natureza adversa ou benéfica.</p>
<p><strong>Histórico</strong></p>
<p><strong>Brasil</strong></p>
<p>O primeiro curso de <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">Engenharia Ambiental</a> criado no Brasil foi o da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), campus de Canoas (RS), pela Resolução Consun/ULBRA n. 45, de 31 de outubro de 1991, subsidiada pelo Parecer n. 1.031, de 6 de dezembro de 1989, que somente foi iniciado em 1 de março de 1994. Já o primeiro curso que entrou em funcionamento foi o da Universidade Federal do Tocantins (UFT), em 9 de março de 1992, que foi criado pela Resolução CESu n 118, de 19 de dezembro de 1991 (BRASIL, 2004a; UFT, s.d.).</p>
<p>A Universidade Estadual Paulista (UNESP), por sua vez, criou seu curso em junho de 2001, pela Resolução UNESP n. 38/01 de primeiro de junho de 2001, no campus de Presidente Prudente.</p>
<p>Há também o excelente curso da Escola de Minas, da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), muito bem conceituada no último ENADE.</p>
<p>A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) criou este curso em 2004 e as Faculdades Santo Agostinho de Montes Claros, o criou com a nova nomenclatura (Engenharia Ambiental), em 2005. Alguns cursos mais antigos no Brasil, como o da UFRJ, derivam da Engenharia Sanitária, e adotaram o nome de &#8220;Curso de Engenharia Sanitária e Ambiental&#8221;.</p>
<p>No ano de 2000, a Universidade Federal de Viçosa (UFV) criou o curso de <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">Engenharia Ambiental</a>, obtendo por duas vezes o conceito máximo do ENADE. Outra referência no cenário nacional é a Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), que divide com a UFV os maiores reconhecimentos, devido aos bons resultados no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE).</p>
<p>Também recentemente foi implantado o curso na Universidade Federal De Campina Grande (UFCG),campus de pombal-PB. Em Sete Lagoas-MG o Centro Universitário de Sete Lagoas (Unifemm) implantou o curso de Engenharia Ambiental autorizado pela Portaria nº 1.193 de 23 de junho de 2006, com duração de 5 anos.</p>
<p>Em 2000 a Pontifícia Universidade Católica do Paraná deu início ao Curso de <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">Engenharia Ambiental</a> como pioneira no Estado, com duração de 5 anos.</p>
<p>A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) Campus Campo Mourão e Campus Londrina criou em janeiro de 2007/2008 o curso de Engenharia Ambiental com duração de 10 períodos (5 anos). No segundo semestre do ano de 2007, o Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará (atual Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará &#8211; IFCE), no Campus Maracanaú, dá início a primeira turma de engenheiros ambientais do estado do Ceará.</p>
<p>O curso foi criado pela Resolução Nº11 do Conselho Diretor do CEFETCE em 6 de dezembro de 2006. No estado de São Paulo faculdades como a Fundação Educacional de Fernandópolis, já mantem o curso a mais de 5 anos e vem obtendo exelentes índices de aprovação.</p>
<p>O bacharelado tem duração de 5 anos (10 semestres).Mais recentemente (2008), O Centro Universitário de Caratinga/M.G.abriu o curso no campi II de Caratinga(Leste Mineiro),com duração de 10 períodos (05 anos)e os formandos detêm a titulação de Engenheiro Sanitarista e Ambiental.</p>
<p>É válido ainda lembrar que em 2003 deu-se início ao curso de <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">Engenharia Ambiental</a> em uma das maiores e mais conceituadas universidades do país, a USP no campus de São Carlos, contando com um elenco de professores muito conceituados na área, a maioria deles advindos do curso de Engenharia Sanitária.</p>
<p>No campus de São Paulo o curso iniciou-se no ano seguinte. Segundo o INEP, existem 110 cursos regulamentados de engenharia ambiental no Brasil.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: www.pt.wikipedia.org</p>
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		<item>
		<title>Educação Ambiental &#8211; O Desafio do Fazer</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 19:43:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação do ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A SUSTENTABILIDADE
Educação Ambiental é um novo conceito de educação voltada para a sustentabilidade do ambiente e da sociedade que se ver as voltas com problemas ambientais que podem ser revertidos, bem como ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A SUSTENTABILIDADE</strong></p>
<p><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">Educação Ambiental</a> é um novo conceito de educação voltada para a <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">sustentabilidade do ambiente</a> e da sociedade que se ver as voltas com <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">problemas ambientais</a> que <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">podem ser revertidos</a>, bem como outros que não podem mais ser modificados.</p>
<p><span id="more-417"></span>Neste contexto, a mudança de hábitos e paradigmas tem a escola como principal meio de difusão para a melhoria da qualidade de vida das pessoas em geral.</p>
<p>Ainda existe muita confusão com relação aos conceitos básicos da ecologia, por isso é preciso mostrar que ser ecológico ou estudar ecologia não precisa slogans do tipo, “salve o planeta”, “não preciso do meio ambiente quero ele interiro”</p>
<p>Com relação a <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">educação ambiental</a> no Brasil ainda é preciso orientações sobre a prática da educação ambiental, pois a mesma deve ser voltada para a <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">mudança de postura</a>, hábitos e paradigmas para a sustentabilidade ser uma realidade.</p>
<p>Em outras palavras é preciso que uma diretriz que seja voltada para o exercício da educação ambiental na formação da cidadania.</p>
<p>Uma possibilidade é assumir a transformação individual como meio para a sociedade brasileira atingir, ao longo de um certo tempo, uma conduta ambientalmente responsável (transformar-se para transformar).</p>
<p>Um outro direcionamento, ao contrário do anterior, considera a transformação individual como decorrente do engajamento do sujeito num projeto coletivo para construção de práticas sociais ambientalmente saudáveis (transformar-se transformando).</p>
<p>Durante milhares de anos o homem fez uso dos <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">recursos naturais</a> de forma irresponsável, tinha-se a falsa idéia de que todos os recursos incluindo a água eram renovável e inesgotável, porém a realidade tem mostrado outras realidades muitas delas não promissora.</p>
<p>Mas a partir da revolução industrial ocorrida no final do séc. XIX houve uma grande transformação na quantidade e na <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">composição dos resíduos</a> gerados pela sociedade.</p>
<p>É possível lembrar que a destruição da natureza ou da base material da produção caracteriza a crise ecológica como uma crise de civilização</p>
<p>De acordo com Vieira (2002, p.32) &#8220;as teorias de desenvolvimento econômico do século XX, assim como as políticas econômicas decorrentes, sempre ignoraram a condicionalidade ambiental, considerada apenas uma externalidade&#8221;.</p>
<p>A problemática do lixo é uma questão urgente e essencial para a qualidade de vida no planeta. O crescimento desordenado das grandes cidades provocado pela expansão da <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">atividade industrial</a> ocasiona <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">impactos ambientais</a> seríssimos, prejudicando as condições de saúde da população urbana. </p>
<p>Os problemas causados pelo lixo quando descartado em local inapropriado é um fator que pode causar problemas de saúde a uma população inteira, partindo do principio que até mesmo os recursos naturais são contaminados e que o homem está localizado no topo da cadeia alimentar, isso implica que o homem é o principal agente conataminante e o principal agente sofredor das conseqüências da sua imprudência.</p>
<p>A idéia de <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">preservação ambiental</a> começou na Europa com o início das atividades industriais e os impactos causados por ela.</p>
<p>Este cenário promoveu o surgimento da necessidade de contemplação da natureza, e o início de uma consciência ecológica que impulsionou algumas discussões de como conservar as áreas representativas da vida natural no planeta, começando pela necessidade de um consumo sustentável.</p>
<p>(FURRIELA, 2001, p. 34) Ressalta que: Entende-se por consumo sustentável o consumo de bens e serviços promovido com respeito aos recursos ambientais, que se dá de forma que garanta o atendimento das necessidades das presentes gerações, sem comprometer o atendimento das necessidades das futuras gerações.</p>
<p>A promoção do consumo sustentável depende da conscientização dos indivíduos da importância de tornarem-se consumidores responsáveis. Depende ainda de um trabalho voltado para a formação de um “consumidor-cidadão.</p>
<p>Esse trabalho educativo é essencialmente político, pois implica a tomada deconsciência do consumidor do seu papel de ator de transformação do modelo econômico em vigor em prol de um novo sistema, de uma presença mais equilibrada do ser humano na Terra.</p>
<p>O consumidor é ator de transformação, já que tem em suas mãos o poder de exigir um padrão de desenvolvimento socialmente justo e ambientalmente equilibrado.</p>
<p>A contextualização é a forma de integrar a <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">educação ambiental</a> no contexto da comunidade do local onde será aplicada. Este contexto é cultural, social, laboral, religioso, técnico e científico.</p>
<p>Segundo Layrargues (1992) atualmente não é mais possível entender a educação ambiental no singular, como um único modelo alternativo de educação que simplesmente se opõe à educação convencional, que não é ambiental.</p>
<p>Há novas denominações para conceituar Educação ambiental cunhadas a partir do final da década de 80 e início da de 90. Entre essas: alfabetização ecológica, educação para o desenvolvimento sustentável, educação para a sustentabilidade, ecopedagogia e educação no processo de educação ambiental.</p>
<p>Entendemos que a Educação Ambiental decorre de uma percepção renovada de mundo; uma forma integral de ler a realidade e de atuar sobre ela. Nesse novo paradigma, a proposta educativa envolve a visão de mundo como um todo e não pode ser reduzida a apenas um departamento, uma disciplina ou programa específico.</p>
<p>Ela deve estar inserida na vida e no cotidiano de todos os indivíduos.</p>
<p><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">Educação Ambiental </a>é uma proposta de filosofia de vida que resgata valores éticos, estéticos, democráticos e humanistas. Seu objetivo é assegurar a maneira de viver mais coerente com os ideais de uma <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">sociedade sustentável </a>e democrática.</p>
<p>Conduz a repensar velhas fórmulas e a propor ações concretas para transformar a casa, a rua, o bairro, as comunidades. Parte de um princípio de respeito à diversidade natural e cultural, que inclui a especificidade de classe, de etnia e de gênero, a educação deve ser o portal para o desenvolvimento sustentável e essa sustentabilidade é o novo paradigma do desenvolvimento econômico e social. (CAMARGO, 2002, P. 22)</p>
<p>Antes de se iniciar a conceituação do desenvolvimento sustentável como um novo paradigma de desenvolvimento, convém explicitar o que se entendia e de certa forma ainda se entende por desenvolvimento até então.</p>
<p>É preciso traçar um breve panorama da evolução ou do retardo das teorias de desenvolvimento estabelecidas nas últimas décadas.</p>
<p>De um lado, o significado de desenvolvimento confunde-se com a idéia de progresso originada do Iluminismo, traduzindo-se no sentimento de &#8220;autonomia do homem em face à natureza e sua confiança na capacidade de usar a mesma em seu benefício&#8221; (CASTRO, 1996).</p>
<p>De outro, a idéia-mestra de desenvolvimento encontra-se fundamentada no conceito de progresso como paradigma ocidental do desenvolvimento. Na verdade, trata-se da crença de que o “desenvolvimento é o processo de crescimento de uma economia, ao longo do qual se aplicam novas tecnologias e se produzem transformações sociais, que acarretam uma melhor distribuição da riqueza e da renda”  (CECI/MDU/UFPE, 1995).</p>
<p>Segundo Cavalcante (1998, p.47), a origem do paradigma da sustentabilidade do desenvolvimento, na opinião de alguns estudiosos do assunto, aconteceu em 1923 no Primeiro Congresso Internacional para a Proteção da Natureza, quando se discutiu a &#8220;urgência da proteção à natureza e da relação necessária e imediata da ecologia com o desenvolvimento sócio-econômico&#8221;.</p>
<p>Desde então, inicia-se uma corrida na &#8220;tentativa de se reduzir as relações conflituais entre natureza/meio ambiente e desenvolvimento sócio-econômico&#8221;.</p>
<p>A causa fundamental do problema do lixo situa-se na existência de padrões de produção e consumo não sustentáveis, o que leva ao aumento, em um ritmo sem precedentes, da quantidade e da variedade dos resíduos persistentes no meio ambiente.</p>
<p>Essa tendência, segundo dados da ONU (Organização das Nações Unidas), pode triplicar ou quadruplicar a quantidade de resíduos sólidos gerados até 2025, necessitando de uma abordagem preventiva centrada na transformação do estilo de vida e dos padrões de produção e consumo, o que ofereceria maiores possibilidades de inverter o sentido das tendências atuais. (Agenda 21)</p>
<p>A problemática do lixo é uma questão urgente e essencial para a qualidade de vida no planeta. O crescimento desordenado das grandes cidades provocado pela expansão da atividade industrial ocasiona <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">impactos ambientais</a> seríssimos, prejudicando as condições de saúde da população urbana.</p>
<p>O capitalismo que é o regime de governo adotado pela grande maioria dos país em todo o mundo é a principal fonte da produção de impactos ambientais, hoje se corre sérios riscos devido a produção e o consumo de recursos naturais de modo desordenado, os pais em desenvolvimento acabam pagando com as suas riquezas naturais o luxo dos paises desenvolvidos, esse sistema é feroz e hostil.</p>
<p><strong>A PRECARIDADE DA EDUCAÇÃO E A CRISE CAPITALISTA</strong></p>
<p>A educação é um elemento <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">fundamental para o desenvolvimento</a> de uma nação, no Brasil a carta magna afirma que a educação é um direito de todos e um dever do estado, mas o que se percebe pé que existe uma disparidade entre o ensino de qualidade pago, e o ensino público oferecido pelo governo.</p>
<p>A exclusão é a principal característica desse sistema, pois impõe barreiras para entre os pobres e ricos, uma vez que o ensino de qualidade não é uma regra, mas está intimamente relacionado com o poder aquisitivo, gerando assim um ciclo vicioso, pois quem pode ter a educação de qualidade implica em ficar com os melhores empregos e renda, logo, a educação no Brasil consiste na preparação para mão-de-obra, gerando um desconforto e um abismo dentro da sociedade, entre os cidadãos. </p>
<p>Essa idéia de preparação de mão-de-obra, obviamente, está voltada muito mais ao campo técnico do que propriamente humano. A preocupação com que o trabalhador aprenda a ler, escrever e contar não tem nada de edificante ou humanitário, muito menos filantrópico.</p>
<p>Para citarmos alguns exemplos, o aprendizado da leitura pode ser para poder manusear qualquer manual de instruções; escrever, para poder emitir um relatório de produção, e contar para não colocar uma unidade a mais do produto na embalagem.</p>
<p>Esta mentalidade é o supra-sumo da exploração capitalista.</p>
<p>Para Marx a idéia é de que a sociedade está dividida em classes, cada uma com suas regras e condutas apropriadas, mas que estão inseridas em um único sistema que é o Modo de Produção Capitalista.</p>
<p>A divisão social do trabalho é para Marx “a totalidade das formas heterogêneas de trabalho útil, que diferem em ordem, gênero, espécie e variedade” (O Capital I, Cap.I).</p>
<p>Marx considera a divisão do trabalho não só como um meio para se alcançar a produção de mercadorias, mas considera a divisão de tarefas ente os indivíduos e ainda nas relações de propriedade. Ou seja, a divisão do trabalho e a especialização das atividades em classes é, basicamente a divisão dos meios de produção e da força de trabalho.</p>
<p>Marx defende que o proletariado e sua alienação consiste da divisão do trabalho e da forma de dominação burguesa, pois o Estado é criado e favorece a burguesia para que essa possa atingir os seus objetivos, neste contexto o direito jurídico consiste em um meio de igualdade entre os homens que na verdade não existe, pois essa igualdade se mostra na divisão do trabalho e na diferença entre as classes sociais de forma desigual e desumana.</p>
<p>De acordo com Marx (1993, p72):</p>
<p>As idéias da classe dominante são, em cada época, as idéias dominantes; isto é, a classe que é a força material dominante da sociedade e´, ao mesmo </p>
<p>tempo, sua força espiritual dominante.</p>
<p>A classe que tem à sua disposição os  <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">meios de produção</a> material dispõe, ao mesmo tempo, dos meios de  produção espiritual, o que faz com a ela sejam submetidas, ao mesmo tempo e em média, as idéias daqueles aos quais faltam os meios de produção espiritual.</p>
<p>As idéias dominantes nada mais são do que a expressão ideal das relações materiais dominantes, as relações dominantes concebidas como idéias; portanto, a expressão das relações que tomam a classe dominante; portanto as idéias de sua dominação.</p>
<p>Quanto ao pensamento de Marx, se pode entendê-lo como uma tentativa dele próprio de compreender a sociedade capitalista através da “luta de classes”, onde a minoria (capitalista) dita as regras para o viver e pensar da minoria (trabalhadores).</p>
<p>A distância e as contradições cada vez maiores entre os que detêm os instrumentos para a produção e os que têm apenas sua força de trabalho, constituem, assim, duas classes básicas, cada vez mais polarizadas, que se transformam no seu objeto de estudo sociológico.</p>
<p>O conflito antagônico, resultante das desigualdades econômicas destas duas classes (opressores e oprimidos) é para Marx o ponto chave das sociedades industriais modernas, onde esses setores opostos, em seu processo de interação, buscam uma solução para as tensões resultantes de suas diferenças, ainda que exista uma manipulação de idéias com o único intuito de engrupir o povo, através da alienação política e cultural, para que este não perceba o vínculo entre o poder econômico e o poder político que irá influenciar na qualidade de vida de todos.</p>
<p>Para Marx, o grau de desenvolvimento (justiça social) de uma sociedade é medido a partir das relações sociais que envolvem os meios de produção e as forças produtivas, levando-se em consideração a “divisão do trabalho” e a interdependência correlata a esta, através da análise crítica do que produzem e como produzem, determinando, desta maneira, o ser.</p>
<p>O homem, na interação com a natureza e outros homens, procuram suprir suas carências, determinando o que produzir e como produzir, provocando a transformação da sociedade, na busca constante por melhores condições de vida.</p>
<p>Na teoria marxista, o modo de produção oferece elementos para caracterizar as sociedades e analisar as suas transformações.</p>
<p>No processo de trabalho, os homens criam determinadas relações entre eles (relações de produção), que, juntamente com a capacidade de produzir (forças produtivas), constituem o modo de produção.</p>
<p>O nível de desenvolvimento dessas forças produtivas materiais e as relações de produção correspondentes determinam, de acordo com Marx e Engels (1982), os diferentes tipos de sociedade.</p>
<p>As relações de produção modelam, portanto, a estrutura social e a repartição da sociedade em classes. Quando as condições materiais de produção mudam, também se alteram as relações entre os homens que ocupam a mesma posição na sociedade de classes.</p>
<p>Portanto, desde o início o papel da educação é de importância vital para romper com a tradição predominante nas escolhas políticas do estado e da burguesia que seu interesse de classe, pois também esta contraconsciencia exige a participação concisa da sociedade, que vai muito além da luta econômica pela sobrevivência.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: www.artigonal.com</p>
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		<title>Educação Ambiental</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 18:42:19 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A educação ambiental tem uma função importante a cumprir na realidade habitual do cidadão, não apenas para o exercício da sua cidadania como também para o desenvolvimento do pensamento crítico, assegurando um papel ativo dos mesmos no desenvolvimento e progresso da sociedade.</p>
<p><span id="more-234"></span>Educar ambientalmente significa mostrar e ensinar as pessoas comportamentos ambientalmente corretos que podem ser aplicados diretamente no cotidiano, sempre visando a sustentabilidade mundial.</p>
<p>Desempenha e multiplica conhecimentos técnicos e científicos na medida em que o pensamento e as atitudes eco-sustentáveis são implementadas no pensamento crítico de cada cidadão.</p>
<p>Cabe reconhecer a necessidade de uma boa conduta na educação ambiental. Esta conduta vem de encontro com a transformação do pensamento coletivo em relação ao meio ambiente. Com as crescentes pressões antrópicas a educação ambiental torna-se cada vês mais importante para a sociedade, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e conservação da natureza.</p>
<p>Formar cidadãos conscientes, capazes de discernir entre o certo e o errado, que multipliquem idéias e soluções ambientais é um grande desafio.</p>
<p>Em um mundo em que a desigualdade social ainda é significativa, como fazer então para que as pessoas pensem também no ambiente em que vivem?</p>
<p>Isto ainda é uma tarefa difícil, mas não de impossível concretização. Ainda tímida, a educação ambiental vem ocupando o seu lugar nas escolas, empresas, casas&#8230; Cada aprendiz dissemina suas idéias e aprendizados criando assim uma corrente que tende a aumentar a cada momento. A educação ambiental então transcende para outros lugares na sociedade.</p>
<p>A consciência de cada cidadão e o prazer em repassar a agir da forma correta vem ajudando na atualização de nossa sociedade.</p>
<p>O que era uma atitude normal, como por exemplo jogar lixo nos mananciais, em tempos remotos, hoje para a sociedade não é uma atitude ética, muito menos normal. Muitas vezes se depara ainda com comportamentos desta natureza, o que é lastimável. Mas a tendência hoje dos cidadãos é recriminar e muitas vezes usar dos instrumentos legais para denunciar ou parar com aquela atitude.</p>
<p>A educação ambiental é necessária e pode mudar muitas coisas e atitudes nas escolhas de cada membro da sociedade atual. É necessário que todos dêem por conta que o problema ambiental existe é uma questão importante, pois afeta não só esta sociedade, mas a que estará a ser formar daqui pra frente.</p>
<p>Cabe a cada pessoa rever seus hábitos e se adequar à nova realidade permitindo que o desenvolvimento sustentável e a educação ambiental se tornem um hábito e não uma obrigação.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: www.webartigos.com</p>
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