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	<title>Fabricamos Agitador Mecânico &#124; Preparador de Polímero &#124; Célula de Flotação &#124; Peneirador Vibratório &#124; Mesa de Concentração &#187; Meio-Ambiente</title>
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	<description>Fornecemos Agitadores Mecânicos , preparador de Polímero, Célula de Flotação, Peneirador Vibratório, Mesa de Concentração, Moinho de Disco, entre outros equipamentos</description>
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		<title>Artigo sobre Mesa de Concentração</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 20:39:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Fenasan]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Outros Equipamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Concentração de finos provenientes da planta de beneficiamento do minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM por mesa oscilatória.
RESUMO
Esse artigo apresenta estudos de concentração de finos de minério de manganês (estocados como rejeito) da ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Concentração de finos provenientes da planta de beneficiamento do minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM por mesa oscilatória.</strong></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>RESUMO</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Esse artigo apresenta estudos de concentração de finos de minério de manganês (estocados como rejeito) da Mineração Morro da Mina/RDM em mesa oscilatória, visando à obtenção de concentrados para serem empregados na indústria metalúrgica. Os teores de Mn, na amostra global e nas frações acima e abaixo de 0,074 mm, eram de 28,30; 26,84 e 31,31%, respectivamente. Pela análise granulométrica, verificou-se que 80% desses finos encontravam-se abaixo de 0,149 mm. Nas condições otimizadas dos ensaios de concentração (15% de sólidos na polpa e ângulo de inclinação da mesa igual a 3º), foram obtidas recuperações de manganês da amostra global, acima e abaixo de 0,074 mm de 77, 81 e 62%, respectivamente. Os teores de manganês e impurezas, nos concentrados, para as amostras estudadas, satisfizeram as especificações químicas dos produtos comercializados pela empresa.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>Palavras-chave</strong>: Finos de minério de manganês, concentração em mesa oscilatória, tratamento de resíduos.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>ABSTRACT</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">This article presents the results of fine manganese ore from Morro da Mina Mine/RDM concentration studies using oscillatory table in order to obtain concentrates to be used in metallurgical industries. The global, the fractions above and below 0,074 mm samples manganese contents were 28,30; 26,84 and 31,31%, respectively. It was observed that 80% of the particles in global sample were below 0,149 mm. For the optimized table concentration test, solids pulp with 15% and table inclination angle of 3º, the manganese recoveries of the global, fraction above 0,074 and below 0,074 mm samples were of 77, 81 and 62%, respectively. The manganese and impurities contents in those concentrates satisfied the chemical specifications of Morro da Mina Mine/RDM products.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>Keywords</strong>: manganese fine ores, concentration in oscillatory table, tiling processing.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>1. Introdução</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">O manganês é um elemento de transição da família do ferro. Em termos de abundância, perfaz 0,09% em peso dos constituintes da crosta terrestre (Wills, 1992). Devido às suas características físico-químicas, esse elemento pode atuar como agente desoxidante, oxidante, dessulfurante e ser responsável por propriedades como maior maleabilidade, tenacidade e dureza dos aços. É também usado para obtenção de gusa, ferro-ligas e aços especiais. Na indústria não metalúrgica, o manganês é utilizado para fabricação de fertilizantes, pilhas eletrolíticas, cerâmicas, tintas, vernizes, reagentes químicos, entre outros udos (Gonçalves &amp; Serfaty, 1976; Ullmann, 1985)</span>.</p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Normalmente, o beneficiamento de minérios de manganês de elevados teores compreende etapas de fragmentação e classificação granulométrica. Para minérios de baixos teores, podem ser utilizados métodos de concentração, como gravimetria e flotação .</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Caneschi (1994) realizou estudos de caracterização e concentração do minério de manganês da Mina de Peruaçu, MG, onde um dos equipamentos de concentração utilizados foi a mesa concentradora. O minério foi dividido em duas frações granulométricas: 0,84 +0,21 mm e 0,21 +0,074 mm. Na faixa granulométrica 0,84 +0,21 mm (-20 +65 mesh), a alimentação tinha cerca de 35% em Mn, obtendo-se após o ensaio, um concentrado com uma média de 40% em Mn. Já para a faixa de 0,21 +0,074 mm (-65 +200 mesh) obteve-se um concentrado com teor de Mn em torno de 42%, enquanto que, na alimentação, o teor de manganês estava em torno de 32%.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Andrade (1978), tratando um minério por flotação da região de São João del-Rey, conhecido como gondito, contendo aproximadamente 35% de manganês, obteve concentrados com até 46% de Mn e recuperação metalúrgica de 80%, para as seguintes condições: pH na faixa 3-4, usando HF, como modulador de pH, coletor Adogen 172 98<sup> </sup>A +83, 600g/t (oleil-amina primária, produzida pela Ashland).</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">O beneficiamento do minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM faz-se através de britagem, classificação granulométrica e lavagem para remoção da fração fina (abaixo de 0,15 mm) do minério, que, normalmente, vai para um tanque, onde é feita a decantação desses resíduos sólidos, que, após a separação sólido/líquido, são estocados, gerando um grande volume de finos ao longo da vida útil da mina, que, já ultrapassa um século de atividade. Logo, é de extrema importância, do ponto de vista ambiental e econômico, o desenvolvimento de processos e circuitos de concentração, que visem ao aproveitamento desses resíduos, quer para o emprego na indústria metalúrgica quer para outros fins. Dentro desse contexto, esse trabalho teve como objetivo concentrar os finos de minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM, utilizando mesa oscilatória, visando a obter concentrado dentro das especificações químicas dos produtos comercializados por essa mineradora.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>2. Materiais e métodos</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">A amostra de finos de manganês provenientes da lavagem do minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM era constituída, essencialmente, pelos minerais de manganês rodocrosita e espessartina, quartzo, flogopita e clinocloro, huntita, anita e rutilo. Esses minerais foram determinados por difração de raios X (método do pó total). A distribuição granulométrica foi obtida por um peneiramento a úmido, usando a série Tyler de peneiras de 0,42 a 0,037 mm (35 a 400 mesh).</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Os teores de Mn, Fe<sub>,</sub> SiO<sub>2</sub>, CaO, Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub> e P, da amostra global e das frações granulométricas acima de 0,074 mm (+200mesh) e abaixo de 0,074 mm (-200mesh) e dos produtos dos ensaios de concentração, foram determinados por fluorescência de raios X.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Para os estudos de concentração gravítica em mesa oscilatória, foi utilizada uma mesa tipo Wilfley. As variáveis estudadas foram as faixas granulométricas +0,074 mm, -0,074 mm e amostra global; ângulo de inclinação da mesa igual a 3ºe 5º e a porcentagem de sólidos de 15, 20, 25, 30, 35%. As massas de amostra utilizadas para cada ensaio sempre foi de 2 kg.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>3. Resultados e discussão</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">A distribuição granulométrica da amostra de finos do minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM está apresentada na <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig01">Figura 1</a>, onde se observa que 51,16% das partículas estavam abaixo de 0,074mm (-200 mesh), sendo que graficamente foi obtido d<sub>50 </sub>= 0,07 mm. O d<sub>80 </sub>= 0,15 mm, isto é, 80% da amostra, encontrava-se abaixo de 0,150mm.</span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f1.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-899" title="08f1" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f1-300x198.gif" alt="08f1" width="300" height="198" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: left; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Pela <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#tab02">Tabela 2</a>, observa-se que os teores dos principais elementos analisados, Mn, Fe e SiO<sub>2</sub>, ficaram dentro dos limites indicados nas especificações químicas (Mn<sub>mínimo</sub>- 23%, Fe<sub>máximo</sub>- 6% e SiO<sub>2máximo</sub>- 35%) dos produtos da Mineração Morro da Mina/RDM.</span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08t2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-900" title="08t2" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08t2-300x130.gif" alt="08t2" width="300" height="130" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: left; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">As <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig02">Figuras 2</a>, <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig03">3</a> e <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig04">4</a> apresentam os resultados dos ensaios de concentração para o ângulo de inclinação da mesa igual a 5º, onde se observa a diminuição da recuperação de manganês com o aumento da porcentagem de sólidos na polpa para as amostras global, acima de 0,074 mm e abaixo de 0,074 mm. A porcentagem de sólidos em que foram obtidos os melhores resultados, para todas as faixas granulométricas, foi de 15 %. Nesse caso, as recuperações de manganês, para a amostra global, +0,074 e 0,074 mm, ficaram em torno de 59, 47 e 38%, respectivamente. Os teores de manganês nos concentrados decresceram ligeiramente com o aumento da porcentagem de sólidos. Pode-se afirmar que essa diminuição dos teores não foi significativa, podendo perfeitamente estar dentro da faixa de erro de análise, pois, para todos os ensaios, nas diferentes frações granulométricas, os teores dos concentrados ficaram em torno de 32 %, não ocorrendo grande enriquecimento, uma vez que o teor de manganês na alimentação da amostra global, + 0,074 e 0,074 mm, foi de 28,3; 26,8 e 31,3%, respectivamente.</span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-901" title="08f2" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f2-300x244.gif" alt="08f2" width="300" height="244" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; ">
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-902" title="08f3" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f3-300x288.gif" alt="08f3" width="300" height="288" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f4.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-903" title="08f4" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f4-300x289.gif" alt="08f4" width="300" height="289" /></a></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: left; ">com ângulo de inclinação da mesa igual a 3º, <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig05">Figura 5</a>, a recuperação de manganês, para todas as faixas granulométricas testadas, mostrou-se sempre maior que a recuperação nos ensaios com a mesa com ângulo de inclinação de 5º, chegando a 77%, para a amostra global, 81%, para a fração acima de 0,074 mm e 62%, para a fração abaixo de 0,074mm, ou seja, acréscimos de 20, 33 e 24 %, respectivamente para as amostras ensaiadas. O teor de manganês ficou em torno de 31,50 %, não ocorrendo grande enriquecimento, uma vez que o teor de manganês da alimentação da amostra global foi de 28,3%, + 0,074 foi de 26,8 e -0,074 mm foi de 31,3%.</p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f5.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-904" title="08f5" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f5-300x225.gif" alt="08f5" width="300" height="225" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Em termos de teor de manganês nos concentrados, para todos os ensaios em mesa oscilatória, observa-se que a relação de enriquecimento foi pequena, mas há de se salientar que, para todos os concentrados obtidos, os teores de manganês estavam bem acima do valor mínimo (Mn<sub>min.</sub>-23%) desse elemento apresentado pelas especificações químicas dos produtos da Mineração Morro da Mina/RDM (<a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#tab01">Tabela 1</a>).</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Observa-se, pela <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig05">Figura 5</a>, que, tanto o teor, quanto a recuperação de manganês da fração acima de 0,074mm, foram similares aos valores obtidos com a amostra global. Para a fração granulométrica menor que 0,074mm, obteve-se recuperação bem menor do que nos casos anteriores. Isto pode estar relacionado com a faixa de eficiência do equipamento, que, segundo a literatura, está acima de 0,074mm.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Os teores das principais impurezas, nos concentrados de todos os ensaios realizados na mesa oscilatória, Fe, SiO<sub>2</sub>, Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub>, CaO e P, não apresentaram variações significativas, com a variação da porcentagem de sólidos na polpa. A <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#tab03">Tabela 3</a> apresenta o valor médio das principais impurezas nos concentrados, para a amostra global e para as frações granulométricas +0,074 e 0,74 mm, nos ensaios com ângulo de inclinação da mesa igual a 5º e 3º.</span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08t31.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-905" title="08t31" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08t31-300x202.gif" alt="08t31" width="300" height="202" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center;">
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>4. Conclusões</strong></span></p>
<ul>
<li>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">A análise química dos finos do minério de manganês mostrou que os teores dos principais elementos analisados, Mn, Fe e SiO<sub>2</sub>, foram 28,3; 3,67 e 28,10 %, respectivamente, e estavam dentro dos limites indicados pelas especificações químicas (Mn<sub> mín.</sub> = 23 %, Fe<sub>máx.</sub> = 6 % e SiO<sub>2máx</sub> = 35 %) dos produtos da Mineração Morro da Mina/RDM.</span></p>
</li>
<li>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">A mudança do ângulo de inclinação da mesa de 5º para 3º acarretou um grande aumento na recuperação de manganês nos concentrados, chegando a 77%, para a amostra global, 81%, para a fração acima de 0,074 mm e 62%, para a fração abaixo de 0,074mm, ou seja, acréscimos de 20, 33 e 24%, respectivamente.</span></p>
</li>
<li>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Em conjunto, os maiores valores da relação de enriquecimento e recuperação de manganês são obtidos para a fração granulométrica acima de 0,074 mm (recuperação de Mn de 81%) e amostra global (recuperação de Mn de 77%), nos ensaios com 15% de sólidos na polpa e a mesa com ângulo de inclinação igual a 3º.</span></p>
</li>
</ul>
<p style="font-size: 13px;">
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>5. Agradecimentos</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">As autoras agradecem à CAPES, pela concessão de bolsa de estudo, e à Mineração Morro da Mina/RDM, pela concessão da amostra e financiamento do projeto.</span></p>
<p style="font-size: 13px;">
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>6. Referências Bibliograficas</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">ANDRADE, V. L. L. <strong><em>Estudos de Concentração do Gondito</em></strong>. Belo Horizonte: Escola de Engenharia, Universidade Federal de Minas Gerais, 1978. 70p. (Dissertação de Mestrado em Engenharia Metalúrgica e de Minas).</span> [ <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008">Links</a> ]</p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">CANESCHI, G. M. M. <strong><em>Estudos de concentração do minério de manganês da Mina de Peruaçu &#8211; MG</em></strong>.Belo Horizonte: Escola de Engenharia, Universidade Federal de Minas Gerais, 1994. 97p. (Dissertação de Mestrado em Engenharia Metalúrgica e de Minas).</span> [ <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008">Links</a> ]</p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">GONÇALVES, E., SERFATY, A.<strong><em> Perfil analítico do manganês</em></strong>. Brasília: Departamento Nacional da Produção Mineral/DNPM, 1976. Boletim n. 37. 149p.</span> [ <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008">Links</a> ]</p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">ULLMANN, F. Manganese and manganese alloys. In: <strong><em>Encyclopedia of Industrial Chemistry</em></strong>. Germany, VCH, Weinhein, 1985. v. 16 A, p. 77-133.</span> [ <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008">Links</a> ]</p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">WILLS, B. A. <strong><em>Mineral processing technology</em></strong>. New York: Pergamon Press, 1992. 855p.</span> [ <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008">Links</a> ]</p>
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		<title>Preservação Ambiental</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 12:54:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Preparador de polímeros]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação do ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Conservação da Natureza
Em tempos de aquecimento global, nada pode ser abandonado no sentido de conservar o meio ambiente estável.
Com isso, tudo o que há de inerente à preservação deve ser estimulado, no sentido de conscientizar ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Conservação da Natureza</strong></p>
<p>Em tempos de aquecimento global, nada pode ser abandonado no sentido de <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">conservar o meio ambiente</a> estável.</p>
<p><span id="more-472"></span>Com isso, tudo o que há de inerente à preservação deve ser estimulado, no sentido de conscientizar a população acerca da necessidade de <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">proteger os recursos naturais</a>.</p>
<p>Um crescente número de pessoas, em todo o Brasil, desconhece os procedimentos simples de <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">preservação ambiental</a>. Muitos, ainda, não sabem que os processos de reciclagem, de materiais descartáveis, por exemplo, ajudam na preservação e, consequentemente, disponibiliza, para o mercado de consumo, produtos utilitários que, necessariamente, fazem parte do cotidiano doméstico.</p>
<p>Dentro das residências, de todo o país, acaba-se juntando muitas coisas que produzem um volume astronômico de lixo doméstico. Grande parte deste lixo é depositada nos rios e córregos que cercam grandes cidades.</p>
<p>Assim, os rios que servem de recurso para a sustentabilidade da vida, de um modo geral, acabam poluídos e com possibilidades de transmitir doenças e viroses nocivas para o gênero humano.</p>
<p>Embora, os programas de <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">preservação ambiental</a> tenham o objetivo de ensinar os procedimentos práticos e simples para que a sociedade inteira proteja a natureza, diversas pessoas insistem em proceder de forma contrária ao que é necessário e possível fazer.</p>
<p>Infelizmente, alguns cidadãos fogem da responsabilidade de atitudes sensatas e conscientes. Muitos destes cidadãos acreditam que os outros praticando os atos de preservação e <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">proteção ambiental</a>, ele também acaba sendo compensado.</p>
<p>A irresponsabilidade, diante dos aspectos meramente positivos para que os recursos naturais não sofram com as depredações e destruições, contribui para que alguns projetos deixem de ser executados em nível nacional, mas a preocupação com as atitudes, que desencadeiam em comportamentos imunes aos procedimentos legais inerentes à preservação, é uma realidade bem conhecida pelas entidades ecológicas e ONG&#8217;s, que lutam pela conscientização geral.</p>
<p>Graças ao trabalho e as pesquisas de entidades e órgãos que, incansavelmente, atuam pela preservação do <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">meio ambiente</a> e dos recursos naturais, é que, ainda, possibilita, ao mundo, oportunidades de vida saudável.</p>
<p>Neste sentido, vale ressaltar que as atitudes que convertam em ações positivas, jamais devem deixar de existir, porque os recursos renováveis devem ser monitorados para que a natureza não sofra as conseqüências de atitudes irresponsáveis.</p>
<p>É importante lembrar que gestos humanos e sensatos não são dispensados quando o assunto é inerente à <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">preservação do meio ambiente</a>. Por isso, boas atitudes contribuirão, sempre, para os benefícios em prol da vida saudável.</p>
<p>Infelizmente, há um crescente número de pessoas que preferem jogar a culpa no poder público, esquecendo que o grande responsável pelos problemas com a depredação do <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">meio ambiente</a> é o próprio povo, que não tem uma cultura centrada na valorização da qualidade de vida.</p>
<p>O povo brasileiro, ainda, não está preparado para enfrentar os dissabores dos efeitos fenomênicos ocasionados pelas transformações ocorridas na natureza.</p>
<p>Na Europa e na América do Norte esses efeitos já foram registrados e os resultados assustaram o mundo. Desde então, é necessário um pleno exercício de conscientização, do povo e para o povo.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: www.webartigos.com</p>
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		<title>Poluição da Água</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 12:51:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio-Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
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		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento de água]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguém já disse que uma das aventuras mais fascinantes é acompanhar o ciclo das águas na Natureza. Suas reservas no planeta são constantes, mas isso não é motivo para desperdiçá-la ou mesmo poluí-la.
A água que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém já disse que uma das aventuras mais fascinantes é acompanhar o ciclo das águas na Natureza. Suas reservas no planeta são constantes, mas isso não é motivo para desperdiçá-la ou mesmo poluí-la.</p>
<p><span id="more-281"></span>A água que usamos para os mais variados fins é sempre a mesma, ou seja, ela é responsável pelo funcionamento da grande máquina que é a vida na Terra; sendo tudo isto movido pela energia solar. </p>
<p>Vista do espaço, a Terra parece o Planeta Água, pois esta cobre 75% da superfície terrestre, formando os oceanos, rios, lagos etc. No entanto, somente uma pequenina parte dessa água &#8211; da ordem de 113 trilhões de m3 &#8211; está à disposição da vida na Terra.</p>
<p>Apesar de parecer um número muito grande, a Terra corre o risco de não mais dispor de água limpa, o que em última análise significa que a grande máquina viva pode parar.</p>
<p>A água nunca é pura na Natureza, pois nela estão dissolvidos gases, sais sólidos e íons. Dentro dessa complexa mistura, há uma coleção variada de vida vegetal e animal, desde o fitoplâncton e o zooplâncton até a baleia azul (maior mamífero do planeta).</p>
<p>Dentro dessa gama de variadas formas de vida, há organismos que dependem dela inclusive para completar seu ciclo de vida (como ocorre com os insetos). Enfim, a água é componente vital no sistema de sustentação da vida na Terra e por isso deve ser preservada, mas nem sempre isso acontece.</p>
<p>A sua poluição impede a sobrevivência daqueles seres, causando também graves conseqüências aos seres humanos.</p>
<p>A poluição da água indica que um ou mais de seus usos foram prejudicados, podendo atingir o homem de forma direta, pois ela é usada por este para ser bebida, para tomar banho, para lavar roupas e utensílios e, principalmente, para sua alimentação e dos animais domésticos.</p>
<p>Além disso, abastece nossas cidades, sendo também utilizada nas indústrias e na irrigação de plantações. Por isso, a água deve ter aspecto limpo, pureza de gosto e estar isenta de microorganismos patogênicos, o que é conseguido através do seu tratamento, desde da retirada dos rios até a chegada nas residências urbanas ou rurais.</p>
<p>A água de um rio é considerada de boa qualidade quando apresenta menos de mil coliformes fecais e menos de dez microorganismos patogênicos por litro (como aqueles causadores de verminoses, cólera, esquistossomose, febre tifóide, hepatite, leptospirose, poliomielite etc.).</p>
<p>Portanto, para a água se manter nessas condições, deve-se evitar sua contaminação por resíduos, sejam eles agrícolas (de natureza química ou orgânica), esgotos, resíduos industriais, lixo ou sedimentos vindos da erosão.</p>
<p>Sobre a contaminação agrícola temos, no primeiro caso, os resíduos do uso de agrotóxicos (comum na agropecuária), que provêm de uma prática muitas vezes desnecessária ou intensiva nos campos, enviando grandes quantidades de substâncias tóxicas para os rios através das chuvas, o mesmo ocorrendo com a eliminação do esterco de animais criados em pastagens.</p>
<p>No segundo caso, há o uso de adubos, muitas vezes exagerado, que acabam por ser carregados pelas chuvas aos rios locais, acarretando o aumento de nutrientes nestes pontos; isso propicia a ocorrência de uma explosão de bactérias decompositoras que consomem oxigênio, contribuindo ainda para diminuir a concentração do mesmo na água, produzindo sulfeto de hidrogênio, um gás de cheiro muito forte que, em grandes quantidades, é tóxico.</p>
<p>Isso também afetaria as formas superiores de vida animal e vegetal, que utilizam o oxigênio na respiração, além das bactérias aeróbicas, que seriam impedidas de decompor a matéria orgânica sem deixar odores nocivos através do consumo de oxigênio.</p>
<p>Os resíduos gerados pelas indústrias, cidades e atividades agrícolas são sólidos ou líquidos, tendo um potencial de poluição muito grande. Os resíduos gerados pelas cidades, como lixo, entulhos e produtos tóxicos são carreados para os rios com a ajuda das chuvas.</p>
<p>Os resíduos líquidos carregam poluentes orgânicos (que são mais fáceis de ser controlados do que os inorgânicos, quando em pequena quantidade).</p>
<p>As indústrias produzem grande quantidade de resíduos em seus processos, sendo uma parte retida pelas instalações de tratamento da própria indústria, que retêm tanto resíduos sólidos quanto líquidos, e a outra parte despejada no ambiente.</p>
<p>No processo de tratamento dos resíduos também é produzido outro resíduo chamado &#8220;chorume&#8221;, líquido que precisa novamente de tratamento e controle. As cidades podem ser ainda poluídas pelas enxurradas, pelo lixo e pelo esgoto.</p>
<p>Enfim, a poluição das águas pode aparecer de vários modos, incluindo a poluição térmica, que é a descarga de efluentes a altas temperaturas, poluição física, que é a descarga de material em suspensão, poluição biológica, que é a descarga de bactérias patogênicas e vírus, e poluição química, que pode ocorrer por deficiência de oxigênio, toxidez e eutrofização .</p>
<p><strong>A POLUIÇÃO DAS ÁGUAS</strong></p>
<p>Desde os tempos mais remotos o homem costuma lançar seus detritos nos cursos de água. Até a Revolução Industrial, porém, esse procedimento não causava problemas, já que os rios, lagos e oceanos têm considerável poder de autolimpeza, de purificação.</p>
<p>Com a industrialização, a situação começou a sofrer profundas alterações. O volume de detritos despejados nas águas tornou-se cada vez maior, superando a capacidade de purificação dos rios e oceanos, que é limitada. Além disso, passou a ser despejada na água  uma grande quantidade de elementos que não são biodegradáveis, ou seja, não são decompostos pela natureza.</p>
<p>Tais elementos &#8211; por exemplo, os plásticos, a maioria dos detergentes e os pesticidas &#8211; vão se acumulando nos rios, lagos e oceanos, diminuindo a capacidade de retenção de oxigênio das águas e, consequentemente, prejudicando a vida aquática.</p>
<p>A água empregada para resfriar os equipamentos nas usinas termelétricas e atomelétricas e em alguns tipos de indústrias também causa sérios problemas de poluição. Essa água, que é lançada nos rios ainda quente, faz aumentar a temperatura da água do rio e acaba provocando a eliminação de algumas espécies de peixes, a proliferação excessiva de outras e, em alguns casos, a destruição de todas.</p>
<p>Um dos maiores poluentes dos oceanos é o petróleo. Com o intenso tráfego de navios petroleiros, esse tipo de poluição alcança níveis elevadíssimos.</p>
<p>Além dos vazamentos causados por acidente, em que milhares de toneladas de óleo são despejados na água, os navios soltam petróleo no mar rotineiramente, por ocasião de lavagem de seus reservatórios. Esses resíduos  de petróleo lançados ao mar com a água da lavagem representam cerca de 0,4 a 0,5% da carga total.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: www.coladaweb.com</p>
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		<title>Poluição das Águas</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 12:48:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Poluição das Águas
Ao olharmos em nossa volta, nos deparamos com uma imensidão complexa que chamamos de Natureza.
Nós, seres humanos, devemos ser muito gratos a ela por ter nos agraciado com a grande responsável por nossa ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Poluição das Águas</strong></p>
<p>Ao olharmos em nossa volta, nos deparamos com uma imensidão complexa que chamamos de Natureza.</p>
<p><span id="more-279"></span>Nós, seres humanos, devemos ser muito gratos a ela por ter nos agraciado com a grande responsável por nossa sobrevivência, dia após dia, a Água.</p>
<p>A Água cobre 75% do planeta Terra e é essencial à vida dos diversos seres existentes, como os animais, as bactérias, as plantas, entre outros. Porém, apesar da necessidade incontestável que temos dela, o ser humano é o principal responsável pela sua degradação, pois, através da poluição a qual está exposta, seu uso se torna impróprio.</p>
<p>As águas de rios, mares e oceanos sofrem constantes descargas de poluentes provindos, principalmente, do mau uso humano, de indústrias e do escoamento da água das chuvas, que traz substâncias tóxicas e orgânicas, prejudicando sua vida útil e a vida de seus dependentes.</p>
<p>A Poluição Por Mau Uso Humano é mais comum em localidades pobres, pois, como não há saneamento, é nos rios onde a população lança lixo de toda espécie e seus excrementos.</p>
<p>A Poluição Por Resíduos Industriais envolve substâncias quimicamente tratadas e desenvolvidas, sendo assim, mais difícil o tratamento de limpeza e exigindo técnicas mais sofisticadas para tratar e também controlar o chorume liberado nos processos.</p>
<p>A Poluição Por Contaminação Agrícola é muito comum nas regiões onde a agropecuária é mais utilizada, pois é causada pelo escoamento do agrotóxico utilizado, através da água da chuva, enviando grande quantidade de substâncias tóxicas aos rios.</p>
<p>Além disso, esse escoamento leva o esterco dos animais de pastagens e os adubos, causando o processo da Eutrofização que é o aumento do número de nutrientes e de bactérias decompositoras que consomem o oxigênio e diminuem sua concentração na água, além de deixar a água turva pelas algas, produzindo gases que, em maior quantidade, tornam-se tóxicos.</p>
<p>Além desses tipos mais comuns de poluição da água, existe também a Poluição Térmica que é causada pela descarga de efluentes a altas temperaturas;</p>
<p>Poluição Biológica que é a emissão de bactérias e vírus;</p>
<p>Poluição Física que é o lançamento de materiais em suspensão;</p>
<p>Poluição Química que se trata da deficiência de oxigênio, toxicidade e eutrofização,que pode ser causada por erosões ou por decomposições.</p>
<p>O problema da poluição da água está ficando mais sério a cada hora, pois são constantes os lançamentos de produtos químicos industriais e agrícolas, o que torna o consumo impróprio. Desta forma, se não tentarmos reverter essa situação, ficaremos sem aquilo que mantém nosso organismo em funcionamento, a Água.</p>
<p>A água de um rio é tida como limpa quando contém, por litro, menos de 10 microorganismos patogênicos e menos de 1000 coliformes fecais,</p>
<p>E para que essa limpeza se faça presente, são necessárias Soluções como a implantação da Educação Ambiental nas escolas, além da contratação e preparação de voluntários ambientais que se dirijam às regiões mais afastadas com o objetivo de esclarecer a população sobre o que fazer com seu lixo e com seus dejetos para não agredir o meio ambiente de forma impactante, e de informar os direitos e os deveres do cidadão e do governo, para que possa cobrar deste melhorias em sua localidade.</p>
<p>É necessário o Interesse das autoridades responsáveis para a implantação de projetos sérios e seguros em prol da saúde sanitária.</p>
<p>O bom Planejamento e o Tratamento Adequado Para Emissão de Esgotos Submarinos são uma boa saída para alguns países que não têm a pretensão de agredir o ambiente nem a água que utilizam. Essa idéia deve ser seguida.</p>
<p>A Diminuição do Uso da Água Virtual deve ocorrer, já que muitas vezes ela é desnecessária ou pode ser substituída por outro processo, assim, essa água seria mais bem utilizada por pessoas que realmente precisassem.</p>
<p>Aplicação de recursos financeiros no Desenvolvimento de Novas Técnicas como a de reutilização da água, assim, a água do chuveiro que desce pelo ralo, seria devidamente tratada e iria para a descarga do vaso sanitário. Alguns países da Europa praticam essa reutilização, visando a economia de água e, conseqüentemente, de dinheiro.</p>
<p>A Construção de PCH’s (Pequenas Centrais Hidrelétricas) é um recurso barato que reduz as alterações no ciclo da água, como as mudanças de temperatura, de umidade, de evaporação, das correntes atmosféricas e dos microclimas que são causadas pelas usinas hidrelétricas usuais.</p>
<p>Tais construções propiciam uma qualidade melhor de vida para as pessoas da região, pois aliviam as diferenças e as sensações climáticas, além de não despender de muito gasto do governo.</p>
<p>Além dessas e de outras formas de solucionar ou de amenizar a questão da poluição das águas, os programas que objetivam o Desenvolvimento Sustentável e Formas Renováveis devem ser séria e urgentemente avaliados para serem postos em prática, pois o Recurso Água está se tornando escasso e é nossa obrigação tentar reaver o que ainda nos resta.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: www.webartigos.com</p>
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		<title>Preservação da água</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 12:44:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio-Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é nenhuma novidade para nós que a água do planeta está correndo um sério risco.
O responsável por tudo é sempre o mesmo: o homem.
Os desperdícios, a poluição dos rios, as agressões à camada de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é nenhuma novidade para nós que a água do planeta está correndo um sério risco.</p>
<p>O responsável por tudo é sempre o mesmo: o homem.</p>
<p><span id="more-277"></span>Os desperdícios, a poluição dos rios, as agressões à camada de ozônio estão destruindo o recurso mais importante para a nossa sobrevivência.</p>
<p>Tais agressões foram de efeito tão negativo que para consertar levaria o dobro do tempo gasto no processo de destruição. Mas, nem tudo está perdido.</p>
<p>A solução que nos resta é a que deveria ter sido seguida desde as primeiras civilizações:</p>
<p>A preservação.</p>
<p>A responsabilidade é de todos nós; é nossa obrigação promover um ambiente equilibrado e assegurar uma vida saudável no meio em que vivemos.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: www.sodicaboa.blogspot.com</p>
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		<item>
		<title>A Poluição dos Recursos Hídricos e Suas Conseqüências Para a Vida Humana</title>
		<link>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2009/09/30/ola-mundo/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 18:04:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento de água]]></category>

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		<description><![CDATA[Água. Qualidade. Degradação.
1 INTRODUÇÃO
A água é um recurso determinante para a vida sobre a terra.
Freqüentemente o Brasil é associado a fator clima e ecossistemas favoráveis a biodiversidade, principalmente se afirma erroneamente que o país tem ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Água. Qualidade. Degradação.</strong></p>
<p>1 INTRODUÇÃO</p>
<p>A água é um recurso determinante para a vida sobre a terra.</p>
<p><span id="more-1"></span>Freqüentemente o Brasil é associado a fator clima e ecossistemas favoráveis a biodiversidade, principalmente se afirma erroneamente que o país tem uma reserva de água superior aos demais países, porém é preciso verificar a qualidade desse recurso, pois muitas vezes é contaminado principalmente por produtos agroquímicos.</p>
<p>O lençol freático é muito contaminado por produtos provenientes não só da agricultura como do lixo que não tem sido tratado de forma adequada pelos governantes e a sociedade em geral.</p>
<p>Este artigo tem o objetivo de verificar os fatores poluidores da água e suas conseqüências para vida humana, bem como verificar quais as possibilidades de melhorar a qualidade da água doce no planeta e sua melhor distribuição para a população geral.</p>
<p>A problemática levantada consiste em: Existe a possibilidade de não existir água doce suficiente para a população mundial?</p>
<p>As hipóteses levantadas para o desenvolvimento deste trabalho foram:</p>
<p>A água é um recurso limitado, a poluição tem minimizado a qualidade e a disponibilidade de água potável para as populações do planeta, e ainda, o homem é o agente causador da poluição total que assola o planeta terra.</p>
<p>O presente trabalho teve como fator motivacional o fato da mídia ter divulgado recentemente um relatório sobre o qual se fala, sobre o futuro sombrio que o planeta tem pela frente devido as ações antrópicas e as conseqüências das mesmas sobre a vida no planeta.</p>
<p>A metodologia utilizada para realização deste trabalho foi a pesquisa exploratória e descritiva, proporcionando a investigação sobre a poluição das águas e suas conseqüências para a vida na terra, esse tipo de estudo conforme Roesch (1999, p. 197), “permite o estudo de fenômenos em profundidade dentro do seu contexto”.</p>
<p>Dessa forma, pode ser utilizado para constatar teorias já estabelecidas anteriormente.</p>
<p><strong>2 POLUIÇÃO DA ÁGUA</strong></p>
<p>Houve um tempo em que se acreditava que os recursos naturais eram inesgotáveis e que a natureza poderia se regenerar da medida que fosse necessário, porém essa idéia já não é considerada como sendo a correta, pois a natureza tem se manifestado contraditória a essa teoria.</p>
<p>A natureza não tem conseguido se reconstituir na mesma proporção em que o homem polui e contamina, assim a necessidade de se ter uma economia voltada para a sustentabilidade é fundamental neste momento.</p>
<p>Com o desenvolvimento econômico e social das cidades e o processo acelerado e continuo da industrialização, o consumismo ganhou maior dinamismo a fim de atender às necessidades humanas de acordo com a demanda do mercado consumidor, resultando na utilização inadequada e intensa de recursos naturais e na degradação do meio ambiente, isso aconteceu em todos os países ricos que agora utilizam os recursos naturais dos países em desenvolvimento, esgotando suas reservas como meio de manter o crescimento econômico mundial.</p>
<p>As conseqüências sobre o meio ambiente, deste estilo de desenvolvimento são inúmeras, e muitas já são irreversíveis.</p>
<p>Chuvas ácidas, inundações, redução do potencial hídrico do planeta, poluição dos rios e ar, redução da camada de ozônio que protege o planeta da radiação, aquecimento do clima, degelo, aparecimento de inúmeras doenças ocasionadas pela poluição, são alguns dos graves exemplos das conseqüências e do nível de degradação da natureza que ora o planeta se encontra.</p>
<p>E como conseqüências socioeconômicas, tem-se o aumento do contingente de pobres e da desigualdade social, a diminuição do número de postos de trabalho, a perda do poder de compra de alguns segmentos da classe média, entre outros.</p>
<p>Diversas são as fontes de poluição que contaminam os recursos hídricos. Os efluentes resultantes de atividades agrícolas, industriais e comerciais, bem como os dejetos gerados pelos seres humanos, têm sido lançados historicamente na vala comum dos rios.</p>
<p>Apesar de as leis ambientais de controle da poluição das águas terem evoluído ao longo dos tempos, isso não impediu o lançamento constante de enormes volumes de rejeitos industriais, agrícolas e domiciliares nos cursos hídricos, que tiveram sua qualidade de água comprometida e seus usos limitados.</p>
<p>A água utilizada na agricultura, a mineração em alta escala, rejeitos industriais contaminados, que, na maioria das vezes são lançados “in natura“ no meio ambiente afetam as plantas, solo e água de forma relevante.</p>
<p>Nos reservatórios naturais nos últimos anos vêm sendo depositários de uma variedade de subprodutos, provenientes da atividade antrópica. A presença de elementos potencialmente tóxicos é responsável por efeitos adversos sobre o ambiente, com repercussão na economia e na saúde pública.</p>
<p>A introdução de metais nos sistemas aquáticos ocorre naturalmente através de processos geoquímicos, no intemperismo e, a contribuição atribuída à atividade humana é um reflexo de sua ampla utilização pela indústria, por essa razão os metais pesados em quantidades altas acabam por contaminar os indivíduos aquáticos e por fim o homem que se encontra no topo da cadeia alimentar.</p>
<p>A água nunca é pura na Natureza, pois nela estão dissolvidos gases, sais sólidos e íons.</p>
<p>Dentro dessa complexa mistura, há uma coleção variada de vida vegetal e animal, desde o fitoplâncton e o zooplâncton até a baleia azul (maior mamífero do planeta). Dentro dessa gama de variadas formas de vida, existem organismos que dependem dela inclusive para completar seu ciclo de vida (como ocorre com os insetos).</p>
<p>Enfim, a água é componente vital no sistema de sustentação da vida na terra e por isso deve ser preservada, mas nem sempre isso acontece. A sua poluição impede a sobrevivência daqueles seres, causando também graves conseqüências aos seres humanos.</p>
<p>A poluição da água indica que um ou mais de seus usos foram prejudicados, podendo atingir o homem de forma direta, pois ela é usada por este para ser bebida, para tomar banho, para lavar roupas e utensílios e, principalmente, para sua alimentação e dos animais domésticos.</p>
<p>Além disso, abastece nossas cidades, sendo também utilizada nas indústrias e na irrigação de plantações. Por isso, a água deve ter aspecto limpo, pureza de gosto e estar isenta de microorganismos patogênicos, o que é conseguido através do seu tratamento, desde da retirada dos rios até a chegada nas residências urbanas ou rurais.</p>
<p>A água de um rio é considerada de boa qualidade quando apresenta menos de mil coliformes fecais e menos de dez microorganismos patogênicos por litro (como aqueles causadores de verminoses, cólera, esquistossomose, febre tifóide, hepatite, leptospirose, poliomielite etc.).</p>
<p>Portanto, para a água se manter nessas condições, deve-se evitar sua contaminação por resíduos, sejam eles agrícolas (de natureza química ou orgânica), esgotos, resíduos industriais, lixo ou sedimentos vindos da erosão.</p>
<p>O que se ver atualmente é que, cerca de um quinto da população mundial não tem acesso à água em condições de potabilidade, e um terço da população mundial não tem acesso a saneamento básico (Dados da OMS 1998).</p>
<p>A Organização Mundial de Saúde estima que mais de 5 milhões de pessoas morrem por ano por doenças relacionadas ao consumo de água não-potável e à falta de acesso a saneamento básico e condições de higiene adequadas.</p>
<p>Esses números incluem 3 milhões de crianças que morrem de doenças diarréicas, transmissíveis pela água (Watson, 1998).</p>
<p>O acesso à água doce é um dos problemas ambientais, econômicos e de saúde mais graves que afetam os países em desenvolvimento, incluindo o Brasil. A falta de água e sua poluição causam problemas graves de saúde pública, limitam o desenvolvimento econômico e agrícola e prejudicam os ecossistemas.</p>
<p>A manutenção de estoques de água potável para consumo humano (na agricultura, nas casas e na indústria) e para o equilíbrio dos ecossistemas é um desafio crescente para muitas sociedades. A alocação dos recursos hídricos para esses diferentes usos também se tem tornado bastante complexa.</p>
<p>Algumas estimativas demonstram que no ano 2025, quando a população mundial provavelmente ter• atingido a cifra de 8 bilhões de pessoas, toda a água acessível no mundo para consumo será necessária para atender às necessidades de produção agrícola, uso doméstico e industrial e para o atendimento das necessidades dos ecossistemas (Watson, 1998, p. 43).</p>
<p>Neste contexto existem medidas que podem minimizar o impacto causado pelo homem a este recurso agora considerado limitado.</p>
<p>São medidas importantes do consumidor consciente em relação ao uso consciente da água:</p>
<p>• instalar válvulas hídricas amplamente comercializadas no mercado nas casas e nos locais de trabalho que permitem a economia de água nas torneiras, nos chuveiros e nas descargas.</p>
<p>• promover campanhas para a conscientização sobre o valor econômico e social da água, estímulo ao seu uso racional e proteção de sua qualidade.</p>
<p>• fazer campanhas para aprovação de leis de proteção dos recursos hídricos visando à garantia de sua qualidade e quantidade, inclusive por meio do estabelecimento de valor econômico para o bem “água” e de sua cobrança.</p>
<p>• buscar fontes alternativas de água (ex.: dessalinização da água do mar) como acontece em países árabes atualmente.</p>
<p>• desenvolver novas técnicas de economia de água para utilização na produção agrícola.</p>
<p>Algumas outras medidas pertinentes, principalmente no caso do Brasil, onde prevalece o equivocado conceito de que temos água em abundância:</p>
<p>• evitar hábitos de lavagem de calçadas, quintais e carros em demasia;</p>
<p>• deixar a torneira fechada ao escovar os dentes, tomar banho, lavar louça, fazer faxina, lavar roupa quando não houver necessidade de deixar a água correndo.</p>
<p>Poucas são as empresas, residências ou condomínios que fazem uso da água da chuva. Uma medida muito importante é a captação da água da chuva em reservatórios. Esta água pode perfeitamente ser utilizada para molhar jardins, lavar carros, faxinas gerais, etc.</p>
<p><strong>3 O LIXO E A POLUIÇÃO HIDRICA</strong></p>
<p>O lixo é outro problema relevante para a contaminação da água em todo o mundo, a produção mundial de lixo da sociedade consumidora e capitalista é alarmante.</p>
<p>Segundo o Dicionário Aurélio o lixo pode ser conceituado da seguinte forma: 1) aquilo que se varre da casa, do jardim, da rua e se joga fora; entulho; 2) tudo o que não presta e se joga fora; 3) sujidade, sujeira, imundície; 4) coisa ou coisas inúteis, velhas, sem valor (FERREIRA, 1996).</p>
<p>Já resíduo, para o mesmo autor, se trata de: “aquilo que resta de qualquer substância, aterros sanitários por ano para atender à demanda oriunda da produção de lixo” (FERREIRA, 1996).</p>
<p>O resíduo depende da sua origem para ter diferentes composições, o lixo doméstico é diferente do lixo hospitalar, industrial e assim por diante.</p>
<p>A periculosidade de um resíduo está nas características das propriedades físicas, químicas ou infecto-contagiosas, que pode apresentar risco à saúde pública e ao meio ambiente, isto se este resíduo não receber um tratamento, transporte e armazenamento adequado (Ferreira, 2000).</p>
<p>Uma conseqüência do não tratamento do resíduo é a poluição que pode ter caráter local, regional ou global (Braga et al., 2002).</p>
<p>A Associação Brasileira de Normas Técnicas &#8211; ABNT (1987), NBR 10.004, define resíduos sólidos como:</p>
<p>Resíduos nos estados sólido e semi-sólido, que resultam de atividades da comunidade de origem industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e de varrição.</p>
<p>Ficam incluídos nesta definição os lodos provenientes de sistemas de tratamento de água, aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição, bem como determinados líquidos cujas particularidades tornem inviável seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos de água, ou exijam para isso soluções técnica e economicamente inviáveis face à melhor tecnologia disponível.</p>
<p>Alguns estudiosos sugerem que se use o termo “resíduo” e não “lixo”, visto que este último poderia dar a idéia de que se trata de algo que não serviria para nada mais.</p>
<p>O lixo muitas vezes é jogado nos rios e contamina a água e as nascentes de modo eficiente, minimizando a sua potencialidade de uso, assim a qualidade da água fica comprometida, independente da quantidade de água que o Brasil possui é preciso verificar se a mesma tem qualidade para ser utilizada.</p>
<p><strong>CONSIDERAÇÕES FINAIS</strong></p>
<p>O que se sabe é que a água que o Brasil possui é realmente um volume considerável, porém as cidades sofrem com desabastecimento da mesma, o volume de água é grande, mas a poluição da mesma é de grandes proporções.</p>
<p>O lixo, os metais pesados liberado pelo lixo no lençol freático, o uso indiscriminado de agrotóxicos e o descaso com os lixões nas grandes cidades são os fatores contaminantes da água no Brasil.</p>
<p>O presente trabalho alcançou se objetivo, uma vez que apontou quais são os fatores poluidores da água, as hipóteses levantadas no início deste trabalho também foram confirmadas, uma vez que é o homem o agente causador da poluição das águas, também pode ser a água um recurso limitante para a população mundial, ainda por que existem populações inteiras que não possuem água potável para uso humano, a distribuição da água é realizada de forma desigual em diversos países e os que mais sofrem com sua falta são os países do continente africano.</p>
<p>O que se pode verificar com o término deste artigo é que a água tem se mostrado como a maior fonte de vida do planeta, mas tem sido tratada com descaso, muitos rios são tratados como sendo depósitos, e se tornam verdadeiros esgotos a céu aberto como o tiêtê em São Paulo, um exemplo claro da falta de cuidado com os recursos hídricos.</p>
<p>É notório que o ser humano que se diz tão eficaz e inteligente acabe poluindo um recurso vital para o seu uso. O presente trabalho foi relevante para a construção do conhecimento sobre os recursos hídricos e a poluição. Podendo este ser um elemento fornecedor de subsídios para o desenvolvimento de trabalhos futuros, pois tem informações relevantes que podem ser utilizadas futuramente.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: www.webartigos.com</p>
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		<title>O que é: Poluição</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 19:15:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Poluição]]></category>

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		<description><![CDATA[Poluição
É característica da atividade humana provocar desequilíbrios.
Da mesma forma como o homem obtém energia e trabalho a partir de desequilíbrios térmicos (nas máquinas a vapor ou de explosão) ou de desequilíbrios mecânicos (energia hidráulica) ou ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Poluição</strong></p>
<p>É característica da atividade humana provocar desequilíbrios.</p>
<p>Da mesma forma como o homem obtém energia e trabalho a partir de desequilíbrios térmicos (nas máquinas a vapor ou de explosão) ou de desequilíbrios mecânicos (energia hidráulica) ou de desequilíbrios químicos (pilhas elétricas) ou ainda desequilíbrios atômicos (energia nuclear), ele procura, através de desequilíbrios ecológicos, obter maior rendimento energético.</p>
<p><span id="more-247"></span>Quando alteração ecológica afeta, de maneira nociva, direta ou indiretamente, a vida e o bem estar humano, trata-se de poluição. É a modificação de características de um ambiente de modo a torná-lo impróprio às formas de vida que ele normalmente abriga.</p>
<p>Uma pequena redução de teor normal de oxigênio de um curso de água, por exemplo, causado por uma insignificante elevação de sua temperatura, pode provocar o desaparecimento e substituição de um grande número de pequenos seres excepcionalmente ávidos de oxigênio, como as larvas de libélulas.</p>
<p>Isso pode se constituir numa séria alteração ecológica em um rio de montanha, de águas muito frias, pois provoca uma sensível mudança qualitativa de sua flora e fauna. Mas se a queda de concentração de oxigênio for insuficiente para afetar a vida de peixes e a fauna original for substituída por organismo que ainda lhe sirvam de alimento, essa alteração ecológica não poderá ser considerada poluição.</p>
<p>A nocividade da poluição tem um caráter passivo e não ativo. Caracteriza-se pela perda das condições propícias à vida de determinadas espécies vegetais e animais. Um incêndio não é um fator ecológico e, assim, não é poluição. O fogo, além disso, não tem valor seletivo, do ponto de vista biológico.</p>
<p>A presença e a permanência de um tóxico na água de um rio pode ter valor seletivo, eliminando parte da poluição biológica e permitindo a sobrevivência e a proliferação da outra parte ou mesmo o aparecimento de nova flora em substituição às primeiras.</p>
<p>Mas é um elemento ativo e não passivo. Da mesma forma, o lançamento de uma rede de pesca tem valor seletivo, destruindo apenas certos tipos de organismos (peixes) de acordo com seu tamanho. Mas, sendo um processo ativo, não pode ser considerado elemento ecológico ou poluidor.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: www.cetesb.sp.gov.br</p>
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		<title>Produção + Limpa</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 18:37:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Meio-Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Produção + Limpa]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresentação
A Produção mais Limpa (P+L) é parte integrante da gestão ambiental, na qual as empresas podem reduzir seu consumo de matérias-primas, água e energia, minimizar a geração de resíduos sólidos, efluentes líquidos e emissões atmosféricas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Apresentação</strong></p>
<p>A Produção mais Limpa (P+L) é parte integrante da gestão ambiental, na qual as empresas podem reduzir seu consumo de matérias-primas, água e energia, minimizar a geração de resíduos sólidos, efluentes líquidos e emissões atmosféricas e até aumentar sua produtividade, obtendo não apenas a adequação ambiental mas também a redução de custos de produção, entre outros possíveis benefícios.</p>
<p>Como órgão responsável pela garantia e melhoria da qualidade ambiental no Estado de São Paulo, a CETESB desenvolve diversas ações de apoio e incentivo à adoção das práticas de P+L pelas empresas, de modo totalmente voluntário.</p>
<p>Dentre estas ações encontram-se a elaboração e divulgação de documentos técnicos , realização de cursos e eventos, além da publicação de Casos de Sucesso de empresas localizadas no Estado.</p>
<p><strong>O que é P+L</strong></p>
<p>&#8220;Produção mais Limpa (P+L) é a aplicação contínua de uma estratégia ambiental preventiva integrada, aplicada a processos, produtos e serviços, para aumentar a eficiência global e reduzir riscos para a saúde humana e o meio ambiente. A Produção mais Limpa pode ser aplicada a processos usados em qualquer indústria, a produtos em si e a vários serviços providos na sociedade.</p>
<p>Para processos produtivos, a P+L resulta em medidas de conservação de matérias-primas, água e energia; eliminação de substâncias tóxicas e matérias-primas perigosas; redução da quantidade e toxicidade de todas as emissões e resíduos na fonte geradora durante o processo produtivo, de modo isolado ou combinadas;</p>
<p>Para produtos, a P+L visa reduzir os impactos ambientais e de saúde, além da segurança dos produtos em todo o seu ciclo de vida, desde a extração de matérias- primas, manufatura e uso até a disposição final do produto;</p>
<p>Para serviços, a P+L implica em incorporar a preocupação ambiental no projeto e na realização dos serviços&#8221;.</p>
<p><strong>P+L nas empresas</strong></p>
<p>A filosofia da P+L admite diversos niveis de aplicação junto às empresas, desde o simples ato de refletir criticamente sobre as possibilidades de melhoria de seus processos (e assim reduzir desperdícios), até a efetiva implementação de um Programa de P+L. Desta forma, qualquer ação no sentido de observar com novos olhos os processos, produtos e serviços da empresa já traz inúmeros benefícios.</p>
<p>Diversas empresas do Estado de São Paulo já adotam esta postura pró-ativa, gerando casos de sucesso, por entender que a poluição nada mais é do que a matéria-prima que foi adquirida, passou pelo processo produtivo consumindo energia e mão-de-obra, e não agregou valor como produto, tendo então que ser descartada de modo adequado, com custos de tratamento, transporte e disposição final.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: www.cetesb.sp.gov.br</p>
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		<title>O impacto da mineração na água</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 18:36:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Água]]></category>
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		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento de água]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora importante para a economia do país, a mineração provoca danos ambientais graves se feita de forma inadequada. No Brasil, existem cerca de 1,4 mil empresas de mineração que extraem em torno de 80 substâncias ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora importante para a economia do país, a mineração provoca danos ambientais graves se feita de forma inadequada. No Brasil, existem cerca de 1,4 mil empresas de mineração que extraem em torno de 80 substâncias entre manganês, ouro, amianto, cobre, ferro, zinco e outros.</p>
<p>Acidentes ambientais registram danos causados ao meio ambiente como a contaminação das águas superficiais e subterrâneas que pode ser evitada com a criação de barragens. No entanto, por exigirem investimentos altos, nem sempre são feitas.</p>
<p>O mestre em Geografia pela Universidade de Brasília, Paulo André Barros Mendes, em entrevista exclusiva à Revista das Águas, falou sobre o impacto da mineração no meio ambiente e, especificamente, na água. Ressaltou as formas de prevenção quanto à degradação da água pela atividade de mineração e afirmou que a mineração é a atividade humana capaz de gerar os impactos mais sérios sobre o meio ambiente. Confira.</p>
<p><strong>1. Quais são os impactos da mineração no meio ambiente?</strong></p>
<p>A mineração é, sem sombra de dúvida, a atividade humana capaz de gerar os impactos mais sérios sobre o meio ambiente. Inicialmente, a mineração afeta a cobertura vegetal, ainda que em graus variados.</p>
<p>Minas a céu aberto levam, evidentemente, à supressão completa da cobertura vegetal na área a ser minerada, para que se tenha acesso ao minério. A vegetação também é impactada com a questão dos “rejeitos”, nome dos subprodutos da escavação que não interessam à empresa mineradora e que por ela são descartados.</p>
<p>Considerando que o objetivo da empresa é livrar-se dos rejeitos da forma o menos custosa possível, via de regra isso significa a criação de uma área de descarte adjacente à área de lavra, sacrificando ainda mais a vegetação existente no entorno da mina.</p>
<p>Os sistemas de transporte do minério extraído também podem levar a novos impactos sobre a vegetação, com a construção de estradas, minerodutos e portos. Além disso, geração de ruídos e de vibrações, bem como o lançamento de poeira na atmosfera, são outros impactos quase inevitáveis da mineração.</p>
<p>O ciclo extração / processamento / transporte implica atividades que envolvem o desmonte de grandes volumes de rocha, com explosões, moagem e atividades de carga e descarga de material.</p>
<p>Assim, as minas e seu entorno sofrem com uma piora na qualidade do ar, enfrentando ainda vibrações e ruídos muitas vezes permanentes, pois é usual que a operação desse tipo de atividade se dê ao longo das 24 horas do dia, e 7 dias por semana.</p>
<p>Os impactos da mineração também afetam a fauna: com a destruição da cobertura vegetal, com as modificações na quantidade e na qualidade da água disponível, e com os ruídos e vibrações, a fauna tende a morrer ou pelo menos a fugir da região da mina, quando for possível.</p>
<p>Finalmente, a atividade mineral interfere de forma bastante negativa na paisagem, com a supressão da cobertura vegetal, a escavação de buracos com dimensões muitas vezes gigantescas – 500 metros de raio é um número usual – e a criação de pilhas de rejeitos, também de grandes dimensões.</p>
<p><strong>2. Quais são os impactos da mineração sobre a água?</strong></p>
<p>A atividade mineral também leva a sérios impactos sobre as águas na região em que ela se desenvolve, tanto pela usual presença de lençóis de água no subsolo a ser perfurado ou removido quanto pela necessidade de água no processamento e transporte do minério.</p>
<p>Com a retirada do subsolo, o lençol deixa de existir ou é pelo menos modificado; com a utilização da água no processamento e transporte do minério essa é devolvida para a natureza em condições piores do que no momento da sua retirada.</p>
<p>Dessa forma, em relação à água, são usuais modificações relativas à disponibilidade e também à qualidade.<br />
Há ainda o problema das barragens erguidas para a contenção de rejeitos. Essas barragens têm apresentado, nos últimos anos, problemas de rompimento, causando acidentes com graves conseqüências.</p>
<p>Em relação aos impactos de uma mineração sobre a água, um excelente exemplo está na mina de Capão Xavier, em Nova Lima (MG).</p>
<p>Esse projeto é desenvolvido pela mineradora MBR em uma região de importantes mananciais de abastecimento, e tem sido objeto de questionamentos de toda ordem, inclusive por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada da Assembléia Legislativa de Minas Gerais.</p>
<p><strong>3. Como prevenir a degradação da água pela atividade de mineração?</strong></p>
<p>A prevenção passa pelo não desenvolvimento de minas nas quais qualquer impacto sobre as águas seja considerado indesejável, tarefa do zoneamento ambiental e do licenciamento ambiental; pela adequação dos projetos das minas consideradas viáveis ao meio ambiente local, o que exige melhorias tecnológicas e mudanças em projetos, tarefa dos órgãos ambientais e do empresário; e<br />
pela construção de barragens mais seguras, e pela sua correta manutenção pelas empresas.</p>
<p><strong>4. Uma vez contaminada pela atividade da mineração, como a água pode ser recuperada?</strong></p>
<p>Essa é uma tarefa dispendiosa e demorada. Cursos d&#8217;água assoreados por acidentes em barragens ou mesmo pela descarga intencional de rejeitos de mineração precisam ter seu leito reconstituído.</p>
<p>Lençóis de água contaminados também necessitam de tratamentos especiais, para que as suas águas sejam devidamente purificadas.</p>
<p>Deve ser destacado que algumas situações são irreversíveis, podendo a degradação ser apenas minimizada, sem que se volte à condição inicial do corpo d´água.</p>
<p><strong>5. O que é a contaminação provocada por lama?</strong></p>
<p>O rompimento de barragens de contenção de rejeitos de mineração leva a situações muito graves, com a inundação de grandes áreas por esses rejeitos, que constituem – via de regra – uma espécie de lama. Essa lama se espalha, invade cidades e fazendas, e dependendo da sua composição química pode causar danos mais ou menos graves.</p>
<p><strong>6. Existe alguma legislação específica para combater crimes ambientais causados pela mineração?</strong></p>
<p>Desconheço leis específicas para o combate de crimes ambientais causados pelas atividades de mineração. No entanto, deve ser lembrado que a Constituição Federal exigiu, expressamente, a recuperação das áreas degradadas pela mineração. A meu ver, infelizmente, essa exigência não vem sendo cumprida a contento.</p>
<p>Por um lado, estão espalhadas pelo país centenas de minas simplesmente abandonadas pelos responsáveis, sem que exista uma ação eficaz dos órgãos públicos no sentido de conseguir a recuperação dessas áreas. Por outro, quando a recuperação acontece, ela usualmente se dá de forma cosmética ou falaciosa.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: www.revistadasaguas.pgr.mpf.gov.br</p>
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		<title>Água</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 18:33:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cetesb]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>

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		<description><![CDATA[A água, que constitui um bem essencial para a sobrevivência de todos os organismos, deve ser mantida em condições adequadas.
Para isso, a CETESB desenvolve ações de controle e fiscalização das fontes de poluição, impedindo o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A água, que constitui um bem essencial para a sobrevivência de todos os organismos, deve ser mantida em condições adequadas.</p>
<p>Para isso, a CETESB desenvolve ações de controle e fiscalização das fontes de poluição, impedindo o lançamento de efluentes que possam comprometer a qualidade das águas de rios, lagos e represas, e também do mar, prejudicando-a para o abastecimento público, atividades industriais, recreacionais, isto é, para os seus múltiplos usos.</p>
<p>Paralelamente, mantém uma extensa rede de monitoramento, em todo o Estado, com a coleta de amostras para análise nos laboratórios da própria agência ambiental, na sede e em suas unidades regionais, para avaliação das suas propriedades físicas, químicas e (hidro e micro) biológicas.</p>
<p>A Rede de Monitoramento da Qualidade das Águas Interiores, implantada em 1974, consiste atualmente (2005) em 335 pontos de amostragem, em todo o Estado, assim distribuidos: 161 pontos da rede básica; 111 pontos do monitoramento regional; 13 pontos da rede de monitoramento automático; 32 pontos de balneabilidade nos ambientes aquáticos doces e 18 pontos na rede de sedimento.</p>
<p>Esse trabalho resulta na determinação dos Índices de Qualidade das Águas &#8211; IQA, de Abastecimento Público – IAP, de Proteção à Vida Aquática – IVA e de Balneabilidade &#8211; IB.</p>
<p>Ainda na década de 70, a CETESB iniciou o Monitoramento da Qualidade das Praias, que hoje, com 154 pontos de amostragem em 134 praias, cobre os quinze municípios ao longo da costa paulista. Durante o verão, quando o afluxo de banhistas é maior, esse trabalho é intensificado, com três amostragens semanais, para verificar especialmente a densidade de enterococos na água.</p>
<p>Com esses dados, são produzidos os Boletins de Balneabilidade das Praias em que as águas são classificadas em próprias ou impróprias, merecendo ampla divulgação pela imprensa e pela internet, para orientar os veranistas.</p>
<p>No Alto e Médio Tietê, a CETESB desenvolve o Projeto de Monitoramento da Qualidade das Águas do Rio Tietê, pelo qual já instalou doze estações de monitoramento automático em pontos estratégicos como a Represa do Guarapiranga, Reservatório Rio Grande, na Billings, e Águas Claras, na Cantareira. Com informações &#8220;on line&#8221;, quaisquer alterações na qualidade das águas nesses pontos são detectadas instantaneamente, possibilitando uma efetiva ação de controle.</p>
<p>Essa preocupação se estende também para as águas subterrâneas, que abastecem cerca de 70% dos municípios paulistas.</p>
<p>Com essa estrutura, a CETESB realiza também o acompanhamento do programa de despoluição do Rio Pinheiros, implementado pelo Governo do Estado, cabendo-lhe avaliar a eficiência das sete estações de tratamento que serão instaladas em vários pontos da bacia.</p>
<p>Somente com a aprovação da CETESB as águas do Pinheiros poderão ser bombeadas para a Represa Billings, para aumentar a capacidade de geração da Usina Hidrelétrica Henry Borden, em Cubatão.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: www.cetesb.sp.gov.br</p>
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