<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Fabricamos Agitador Mecânico &#124; Preparador de Polímero &#124; Célula de Flotação &#124; Peneirador Vibratório &#124; Mesa de Concentração</title>
	<atom:link href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.preparadordepolimeros.com.br</link>
	<description>Fornecemos Agitadores Mecânicos , preparador de Polímero, Célula de Flotação, Peneirador Vibratório, Mesa de Concentração, Moinho de Disco, entre outros equipamentos</description>
	<lastBuildDate>Mon, 23 Aug 2010 17:20:54 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Polímeros</title>
		<link>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/08/23/polimeros/</link>
		<comments>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/08/23/polimeros/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 17:18:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polímeros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.preparadordepolimeros.com.br/?p=934</guid>
		<description><![CDATA[ 

Um polímero é uma macromolécula formada pela repetição de pequenas e simples unidades químicas (monômeros), ligadas covalentemente. Se somente uma espécie de monômero está presente na estrutura do polímero, este é chamado de homopolímero. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;"><strong> </strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Um polímero é uma macromolécula formada pela repetição de pequenas e simples unidades químicas (monômeros), ligadas covalentemente. Se somente uma espécie de monômero está presente na estrutura do polímero, este é chamado de homopolímero. Se espécies diferentes de monômeros são empregadas, o polímero recebe a denominação de copolímero.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Polímeros biológicos fundamentam a existência da vida, e existem desde o surgimento da primeira célula na superfície da terra. Os polímeros naturais têm sido empregados pelo homem desde os mais remotos tempos: asfalto era utilizado em tempos pré-bíblicos; âmbar já era conhecido pelos gregos e a goma pelos romanos. Os polímeros sintéticos, porém, somente surgiram no último século.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Um grande marco na história da indústria de plásticos foi a descoberta do processo devulcanização da borracha em 1839 (a partir do látex, um polímero natural, que já era largamente empregado) pela Goodyear. O próximo grande passo foi a nitração da celulose, resultando na nitrocelulose, produto comercializado primeiramente por Hyatt, em 1870. De seu produto foi obtido o celulóide, alavancando a indústriacinematográfica. Em 1865 foi descoberto o processo de acetilação da celulose, resultando em produtos comerciais de grande uso no início deste século, como fibras de rayon, celofane, entre outros. Entretanto, o primeiro polímero puramente sintético somente surgiu em 1907; resinas de fenol-formaldeído foram produzidas por Baekeland &#8211; entre elas, o primeiro polímero sintético de uso comercial: o &#8220;Bakelite&#8221;. Desde então, a indústria e o uso de polímeros não para de crescer.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Hoje, mesmo roupas e demais vestimentas são feitas com fibras poliméricas sintéticas. Roupas especiais, como o uniforme de astronautas, vestes dos corredores de fórmula 1, e roupas de mergulho submarino também são produzidas com polímeros especiais, que possuem as propriedades desejadas, em cada caso.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: qmc/ufsc</div>
<div><span style="font-weight: normal;">Um polímero é uma macromolécula formada pela repetição de pequenas e simples unidades químicas (monômeros), ligadas covalentemente. Se somente uma espécie de monômero está presente na estrutura do polímero, este é chamado de homopolímero. Se espécies diferentes de monômeros são empregadas, o polímero recebe a denominação de copolímero.</span></div>
<div><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-weight: normal;">Polímeros biológicos fundamentam a existência da vida, e existem desde o surgimento da primeira célula na superfície da terra. Os polímeros naturais têm sido empregados pelo homem desde os mais remotos tempos: asfalto era utilizado em tempos pré-bíblicos; âmbar já era conhecido pelos gregos e a goma pelos romanos. Os polímeros sintéticos, porém, somente surgiram no último século.</span></div>
<div><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-weight: normal;">Um grande marco na história da indústria de plásticos foi a descoberta do processo devulcanização da borracha em 1839 (a partir do látex, um polímero natural, que já era largamente empregado) pela Goodyear. O próximo grande passo foi a nitração da celulose, resultando na nitrocelulose, produto comercializado primeiramente por Hyatt, em 1870. De seu produto foi obtido o celulóide, alavancando a indústriacinematográfica. Em 1865 foi descoberto o processo de acetilação da celulose, resultando em produtos comerciais de grande uso no início deste século, como fibras de rayon, celofane, entre outros. Entretanto, o primeiro polímero puramente sintético somente surgiu em 1907; resinas de fenol-formaldeído foram produzidas por Baekeland &#8211; entre elas, o primeiro polímero sintético de uso comercial: o &#8220;Bakelite&#8221;. Desde então, a indústria e o uso de polímeros não para de crescer.</span></div>
<div><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-weight: normal;">Hoje, mesmo roupas e demais vestimentas são feitas com fibras poliméricas sintéticas. Roupas especiais, como o uniforme de astronautas, vestes dos corredores de fórmula 1, e roupas de mergulho submarino também são produzidas com polímeros especiais, que possuem as propriedades desejadas, em cada caso.</span></div>
<div><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-weight: normal;">Fonte: qmc/ufsc</span></div>
<p></strong></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/08/23/polimeros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Separando Polímeros</title>
		<link>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/07/19/separando-polimeros/</link>
		<comments>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/07/19/separando-polimeros/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 19:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polímeros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.preparadordepolimeros.com.br/?p=929</guid>
		<description><![CDATA[Material orgânico ou inorgânico, natural ou sintético, de alto peso molecular, cuja estrutura molecular consiste na repetiçâo de pequenas unidades, chamadas meros. (Sua composiçâo é baseada em um conjunto de cadeias poliméricas; cada cadeia polimérica ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Material orgânico ou inorgânico, natural ou sintético, de alto peso molecular, cuja estrutura molecular consiste na repetiçâo de pequenas unidades, chamadas meros. (Sua composiçâo é baseada em um conjunto de cadeias poliméricas; cada cadeia polimérica é uma macromolécula constituída por união de moléculas simples ligadas por covalência.)<span id="more-929"></span></p>
<p>Devido ao seu tamanho avantajado, a molécula de um polímero é chamada macromolécula. A reação que produz o polímero é denominada reação de polimerização. A molécula inicial (monômero) vai, sucessivamente, se unindo a outras, dando o dímero, trímero, tetrâmero, . . . até chegar ao polímero.</p>
<p>Aparentemente, o processo poderia prosseguir, sem parar, até produzir uma molécula de tamanho &#8220;infinito&#8221;; no entanto, fatores práticos limitam a continuaçâo da reação.</p>
<p><strong><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/contato/">Polímeros </a>acrílicos:</strong></p>
<p>Polímeros sintetizados a partir do(s) monômero(s) ácido acrílico ou ácido metacrílico, ou de seus derivados. [O principal polímero deste grupo é o poli (metacrilato de metila), obtido a partir do metacrilato de metila e denominado simplesmente acrílico.]</p>
<p> </p>
<p><strong><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/contato/">Polímeros </a>celulares:</strong></p>
<p>Diz-se a respeito de certos materiais plásticos que possuem uma estrutura celular.<br />
<strong><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/contato/">Polímeros </a>diênicos:</strong></p>
<p>Polímeros sinterizados a partir de dienos, que sâo monômeros com duas duplas ligações carbono-carbono conjugadas, e que formam as borrachas sintéticas polibutadieno, polüsopreno e policloropreno.<br />
<strong><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/contato/">Polímeros </a>fluoretados:</strong></p>
<p><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/contato/">Polímeros</a> que contêm flúor em sua composição química. [O poli(tetrafluoretileno), conhecido comercialmente como Teflon, é o principal polímero desta família.]</p>
<p>Muitos polímeros possuem uma estrutura que se repete regularmente ao longo da cadeia. A estrutura de repetição é dita estrutura constitutiva ou estrutura monomérica. Um polímero regular contém um único tipo de estrutura em um arranjo seqüencial único. Quando um polímero contém estruturas diferentes, repartidas ao acaso ou segundo leis determinadas, é chamado copolímero.</p>
<p>Fonte: Grupo Escolar</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/07/19/separando-polimeros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fenasan 2010</title>
		<link>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/05/13/fenasan-2010/</link>
		<comments>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/05/13/fenasan-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 May 2010 20:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fenasan]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.preparadordepolimeros.com.br/?p=918</guid>
		<description><![CDATA[A FENASAN – Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente é hoje consolidada e reconhecida como uma das mais importantes feiras do setor de saneamento realizadas no Brasil e no exterior.
É uma das atividades realizadas pela AESABESP ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: small; font-family: 'Times New Roman'; vertical-align: baseline; font: normal normal normal 8pt/15pt Verdana; color: black; text-align: justify; line-height: normal; padding: 0px; border: 0px initial initial;">A <strong style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-weight: bold; font-style: inherit; font-size: 13px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; color: #1b3f80; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">FENASAN – Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente</strong> é hoje consolidada e reconhecida como uma das mais importantes feiras do setor de saneamento realizadas no Brasil e no exterior.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: small; font-family: 'Times New Roman'; vertical-align: baseline; font: normal normal normal 8pt/15pt Verdana; color: black; text-align: justify; line-height: normal; padding: 0px; border: 0px initial initial;">É uma das atividades realizadas pela <strong style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-weight: bold; font-style: inherit; font-size: 13px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; color: #1b3f80; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">AESABESP – Associação dos Engenheiros da Sabesp</strong>, promovida anualmente desde 1990.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: small; font-family: 'Times New Roman'; vertical-align: baseline; font: normal normal normal 8pt/15pt Verdana; color: black; text-align: justify; line-height: normal; padding: 0px; border: 0px initial initial;">O público participante da feira é formado por profissionais, técnicos, empresários, estudantes, gestores e pesquisadores de órgãos públicos e privados do setor e, de forma geral, por todos os interessados no avanço da aplicação dos conhecimentos em saneamento básico e ambiental no Brasil e no exterior.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: small; font-family: 'Times New Roman'; vertical-align: baseline; font: normal normal normal 8pt/15pt Verdana; color: black; text-align: justify; line-height: normal; padding: 0px; border: 0px initial initial;">O público da edição de 2009 foi de 12.000 profissionais, entre visitantes da<strong style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-weight: bold; font-style: inherit; font-size: 13px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; color: #1b3f80; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">FENASAN</strong> e participantes do <strong style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-weight: bold; font-style: inherit; font-size: 13px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; color: #1b3f80; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Encontro Técnico AESABESP</strong>.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: small; font-family: 'Times New Roman'; vertical-align: baseline; font: normal normal normal 8pt/15pt Verdana; color: black; text-align: justify; line-height: normal; padding: 0px; border: 0px initial initial;">Os principais objetivos da <strong style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-weight: bold; font-style: inherit; font-size: 13px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; color: #1b3f80; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">FENASAN</strong> são a troca de informações, a demonstração de produtos e o desenvolvimento tecnológico de sistemas empregados no tratamento da água, adução e abastecimento e sistemas de coleta, tratamento de esgotos e disposição final de resíduos, reunindo os principais fabricantes e fornecedores de materiais e serviços para saneamento.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: small; font-family: 'Times New Roman'; vertical-align: baseline; font: normal normal normal 8pt/15pt Verdana; color: black; text-align: justify; line-height: normal; padding: 0px; border: 0px initial initial;">Crescendo a cada ano, em 2009 o evento adquiriu novo status com a adesão e apoio cada vez mais significativo de diversas entidades e empresas de todo o país.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: small; font-family: 'Times New Roman'; vertical-align: baseline; font: normal normal normal 8pt/15pt Verdana; color: black; text-align: justify; line-height: normal; padding: 0px; border: 0px initial initial;">As mais recentes edições da <strong style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-weight: bold; font-style: inherit; font-size: 13px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; color: #1b3f80; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">FENASAN</strong> mostram o crescimento do setor no país, a confiança no mercado de saneamento e o interesse das empresas em investir, participar e criar parcerias. A participação internacional tem sido uma constante, com visitantes de diversos países destacando-se: Alemanha, Argentina, Chile, China, Estados Unidos, Holanda e Israel além dos diversos países da América Latina.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: small; font-family: 'Times New Roman'; vertical-align: baseline; font: normal normal normal 8pt/15pt Verdana; color: black; text-align: justify; line-height: normal; padding: 0px; border: 0px initial initial;">Saiba mais sobre a feira, <a style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 13px; font-family: inherit; vertical-align: baseline; color: #1b3f80; text-decoration: underline; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;" href="http://www.fenasan.com.br/">clique aqui</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/05/13/fenasan-2010/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Atividades de Mineração</title>
		<link>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/05/10/atividades-de-mineracao/</link>
		<comments>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/05/10/atividades-de-mineracao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 May 2010 18:10:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[preparador de]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.preparadordepolimeros.com.br/?p=912</guid>
		<description><![CDATA[ Mineração e degradação de áreas
A degradação da área é inerente ao processo de mineração. A intensidade desta degradação depende do volume, do tipo de mineração e dos rejeitos produzidos.
A recuperação destes estéreis e rejeitos deve ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <em><span style="color: #000080;">Mineração e degradação de áreas</span></em></p>
<p>A degradação da área é inerente ao processo de <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">mineração</a>. A intensidade desta degradação depende do volume, do tipo de <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">mineração </a>e dos rejeitos produzidos.</p>
<p>A recuperação destes estéreis e rejeitos deve ser considerada como parte do processo de <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">mineração</a>. Esta recuperação resulta numa paisagem estável, em que: a poluição do ar e da água é minimizada, a terra volta a ser auto-suficiente e produtiva, o habitat da fauna é restabelecido, e uma paisagem esteticamente agradável é estabelecida. A ação de recuperação, cuja intensidade depende do grau de interferência havida na área, <span id="more-912"></span>pode ser realizada através de métodos edáficos (medidas de sistematização de terreno) e vegetativos (restabelecimento da cobertura vegetal). Em essência, é imprescindível que o processo de revegetação receba o mesmo nível de importância dado à obtenção do bem mineral.</p>
<p>Os possíveis níveis de recuperação de uma área podem se dividir em:</p>
<p><em><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #000080;">a) Nível básico</span> </span>- prevenção de efeitos maléficos para a área ao redor do local, porém sem medidas para recuperação do local que foi minerado.</em></p>
<p><em><span style="color: #000080;">b) Nível parcial</span> &#8211; recuperação da área a ponto de habilita-la para algum uso, mas deixando-a ainda bastante modificada em relação a seu estado original.</em></p>
<p><em><span style="color: #000080;">c) Recuperação completa</span> &#8211; restauração das condições originais do local (especialmente topografia e vegetação).</em></p>
<p><em><span style="color: #000080;">d) Recuperação que supera o estado original da paisagem antes da <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">mineração</a></span>. Em certos casos, o empenho em recuperar uma área já minerada resulta em melhoramento da estética do local em relação ao estado original.</em></p>
<p>Alguns dos principais problemas constatados na exploração <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">mineral</a> são : assoreamento dos leitos dos rios por material de capeamento (solo vegetal e solo residual) e por rejeitos da <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">mineração.</a></p>
<p>Utilização de monitores hidráulicos para efetuar desmonte da cobertura do solo, carreando volumes enormes de lama para cursos de água, causando turbidez elevada a juzante das trabalhosas matas ciliares não protegidas dentro do que determina a legislação, e não raro utilizam estas áreas como bota-fora dos rejeitos ou estéreis. Desprezo da terra fértil, quando da limpeza de uma nova frente de trabalho.</p>
<p>Águas perenes e pluviais espraiando-se pelo pátio de obras. Falta de um lugar definido como local de bota-fora dos rejeitos.</p>
<p>Descaracterização do relevo, pondo em risco sítios de beleza, inibindo o fluxo turístico. A não recuperação das áreas <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">mineradas</a> de forma generalizada, inclusive de lavras já abandonadas.<br />
<strong><span style="color: #000080;">Etapas da recuperação</span></strong></p>
<p>As etapas de recuperação envolvem:</p>
<p><em><span style="color: #000080;">1.Pré–planejamento</span> </em>O pré-planejamento é essencial em recuperação, pois permite a identificação de área problemática antes que apareça. O pré-planejamento pode assumir várias formas, e uma legislação recente exige o Estudo de Impacto Ambiental (EIA), o Relatório de Impacto <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">Ambiental</a> (RIMA) e o Plano de Recuperação.</p>
<p>Os estudos descrevem as condições ambientais antes de se iniciarem as atividades, sendo a base para determinação de impactos e da recuperação. Deverão ser identificadas durante estes estudos as áreas de referência ou as que não serão alteradas durante a mineração e que poderão ser usadas para orientar o recobrimento vegetal, com fontes de sementes, etc.</p>
<p>O Relatório de Impacto Ambiental identifica e, dentro do possível, quantifica todos os impactos associados com a mineração e atividades relacionadas, tais como a efetivação de medidas mitigatórias.</p>
<p>Os dois documentos acima citados são utilizados para preparar o plano de recuperação. Este plano deve conter uma orientação, passo a passo, para os procedimentos que serão empregados para recuperar todas as áreas degradadas pela mineração e atividades correlatas.<br />
<span style="color: #000080;"><em>2.Estabelecimento de objetivos a curto e a longo prazo</em></span><br />
Os objetivos de recuperação são uma parte muito importante do processo de planejamento e devem ser explicitamente declarados no plano de recuperação, pois definem o produto que deve ser obtido. O processo inteiro de recuperação deve ser direcionado para dar suporte à realização deste objetivo.<br />
<em><span style="color: #000080;">3.Remoção da cobertura vegetal e lavra</span> </em><br />
O revestimento vegetal do local minerado pode corrigir ou diminuir, substancialmente, os impactos provocados pela mineração sobre os recursos hídricos, edáficos e visuais da área. Normalmente, a vegetação existente no início da mineração é eliminada no começo das atividades.</p>
<p>Seguem-se alguns procedimentos para remoção da vegetação e das lavras:</p>
<p>Retirar qualquer material com valor comercial, como a madeira, para depois remover completamente a cobertura vegetal.</p>
<p>Remover completamente todo solo orgânico.</p>
<p>Remover o solo estéril e o minério. A deposição de solo estéril ocorre ao mesmo tempo em que ocorre a escavação. Esta fase é decisiva para a recuperação, pois a futura paisagem estará sendo definida. Sempre que possível, o estéril deve ser depositado na mesma seqüência que foi retirado &#8211; isto vai garantir que o melhor material esteja depositado na superfície.</p>
<p><em><span style="color: #000080;">4.Obras de engenharia na recuperação</span> </em><br />
Do ponto de vista ecológico, o controle de taludes e de água parece ser um fator importante para alcançar a estabilidade de áreas mineradas. Em situações de mineração nos trópicos, a água parece ser o fator que mais cria instabilidade. Isto se manifesta através de deslizamentos de superfície e transporte de partículas ou movimentos de massa dos depósitos estéreis, em virtude da saturação e/ou das condições lubrificantes da água, causando sedimentação nos cursos de águas. As técnicas para controle da sedimentação nos cursos de água, controle de taludes e águas são as seguintes:</p>
<p>Instalar represas ou escavações de lagoas para facilitar a deposição do sedimento proveniente das lavras, antes que este se deposite nos córregos ou rios. Caso já ocorra problema de assoreamento, deve-se remover do leito natural, o entulho já depositado, o que envolverá catação de grandes blocos de limpeza com retroescavadeira de material granulado. O trabalho de desmonte hidráulico é inadmissível sem prévia decantação em barreiras adequadamente dimensionadas e construídas, segundo diversas tecnologias disponíveis. O mais adequado é a construção de barragens com estéril e rejeitos provenientes da frente de lavra.</p>
<p>Modificar o mínimo possívelda área durante a mineração. As áreas já conturbadas devem ser recuperadas progressivamente, sem esperar seu abandono após a mineração. A área minerada deve ficar exposta o mínimo de tempo possível.</p>
<p>Implantar, progressivamente, os trabalhos de gradagem e revestimento, colocando, pelo menos, vegetação temporária ou cobertura morta por cima da área, se houver demora no estabelecimento da vegetação permanente. Nos últimos anos foi desenvolvida uma nova técnica de gradagem com aparelhos que sulcam e alisam o terreno simultaneamente (furrow-grading).<br />
<em><span style="color: #000080;">Evitar a colocação dos restos das escavações nos cursos de água.</span> </em></p>
<p>Evitar a modificação do leito original dos cursos de água; quando as estradas de acesso passarem por cima ou acima dos cursos d&#8217;água, as pontes ou outras obras devem ser construídas de modo que a drenagem não atinja o curso de água que está abaixo. Também se deve evitar que os cursos de água sejam poluídos durante a construção da ponte ou a instalação de canalização.</p>
<p>Todo estéril deve ser depositado de maneira controlada, envolvendo uma camada drenante na base da pilha, algum tipo de drenagem interna, uma base estabilizada de rocha, bancadas que drenem de fora para dentro e para as laterais do depósito.</p>
<p>A construção de terraços também é reconhecida como uma prática viável para recuperação de áreas que sofreram mineração. (A formação de terraços aumenta a estabilidade e favorece a recuperação. A largura dos terraços varia de 3 a 15m, com uma média de 10m. A distância vertical varia de 8 a 20m, deve-se evitar o alto grau de declividade entre os terraços).</p>
<p>Construir terraços ou banquetas com solo compactado e coberto com vegetação vigorosa ao pé das escavações da mineração. Estes terraços diminuirão a velocidade da enxurrada e receberão seus depósitos de sedimentação antes que estes atinjam o curso de água.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: ambiente brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/05/10/atividades-de-mineracao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artigo sobre Mesa de Concentração</title>
		<link>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/04/28/artigo-sobre-mesa-de-concentracao/</link>
		<comments>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/04/28/artigo-sobre-mesa-de-concentracao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 20:39:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Fenasan]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Outros Equipamentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.preparadordepolimeros.com.br/?p=898</guid>
		<description><![CDATA[Concentração de finos provenientes da planta de beneficiamento do minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM por mesa oscilatória.
RESUMO
Esse artigo apresenta estudos de concentração de finos de minério de manganês (estocados como rejeito) da ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Concentração de finos provenientes da planta de beneficiamento do minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM por mesa oscilatória.</strong></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>RESUMO</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Esse artigo apresenta estudos de concentração de finos de minério de manganês (estocados como rejeito) da Mineração Morro da Mina/RDM em mesa oscilatória, visando à obtenção de concentrados para serem empregados na indústria metalúrgica. Os teores de Mn, na amostra global e nas frações acima e abaixo de 0,074 mm, eram de 28,30; 26,84 e 31,31%, respectivamente. Pela análise granulométrica, verificou-se que 80% desses finos encontravam-se abaixo de 0,149 mm. Nas condições otimizadas dos ensaios de concentração (15% de sólidos na polpa e ângulo de inclinação da mesa igual a 3º), foram obtidas recuperações de manganês da amostra global, acima e abaixo de 0,074 mm de 77, 81 e 62%, respectivamente. Os teores de manganês e impurezas, nos concentrados, para as amostras estudadas, satisfizeram as especificações químicas dos produtos comercializados pela empresa.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>Palavras-chave</strong>: Finos de minério de manganês, concentração em mesa oscilatória, tratamento de resíduos.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>ABSTRACT</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">This article presents the results of fine manganese ore from Morro da Mina Mine/RDM concentration studies using oscillatory table in order to obtain concentrates to be used in metallurgical industries. The global, the fractions above and below 0,074 mm samples manganese contents were 28,30; 26,84 and 31,31%, respectively. It was observed that 80% of the particles in global sample were below 0,149 mm. For the optimized table concentration test, solids pulp with 15% and table inclination angle of 3º, the manganese recoveries of the global, fraction above 0,074 and below 0,074 mm samples were of 77, 81 and 62%, respectively. The manganese and impurities contents in those concentrates satisfied the chemical specifications of Morro da Mina Mine/RDM products.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>Keywords</strong>: manganese fine ores, concentration in oscillatory table, tiling processing.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>1. Introdução</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">O manganês é um elemento de transição da família do ferro. Em termos de abundância, perfaz 0,09% em peso dos constituintes da crosta terrestre (Wills, 1992). Devido às suas características físico-químicas, esse elemento pode atuar como agente desoxidante, oxidante, dessulfurante e ser responsável por propriedades como maior maleabilidade, tenacidade e dureza dos aços. É também usado para obtenção de gusa, ferro-ligas e aços especiais. Na indústria não metalúrgica, o manganês é utilizado para fabricação de fertilizantes, pilhas eletrolíticas, cerâmicas, tintas, vernizes, reagentes químicos, entre outros udos (Gonçalves &amp; Serfaty, 1976; Ullmann, 1985)</span>.</p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Normalmente, o beneficiamento de minérios de manganês de elevados teores compreende etapas de fragmentação e classificação granulométrica. Para minérios de baixos teores, podem ser utilizados métodos de concentração, como gravimetria e flotação .</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Caneschi (1994) realizou estudos de caracterização e concentração do minério de manganês da Mina de Peruaçu, MG, onde um dos equipamentos de concentração utilizados foi a mesa concentradora. O minério foi dividido em duas frações granulométricas: 0,84 +0,21 mm e 0,21 +0,074 mm. Na faixa granulométrica 0,84 +0,21 mm (-20 +65 mesh), a alimentação tinha cerca de 35% em Mn, obtendo-se após o ensaio, um concentrado com uma média de 40% em Mn. Já para a faixa de 0,21 +0,074 mm (-65 +200 mesh) obteve-se um concentrado com teor de Mn em torno de 42%, enquanto que, na alimentação, o teor de manganês estava em torno de 32%.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Andrade (1978), tratando um minério por flotação da região de São João del-Rey, conhecido como gondito, contendo aproximadamente 35% de manganês, obteve concentrados com até 46% de Mn e recuperação metalúrgica de 80%, para as seguintes condições: pH na faixa 3-4, usando HF, como modulador de pH, coletor Adogen 172 98<sup> </sup>A +83, 600g/t (oleil-amina primária, produzida pela Ashland).</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">O beneficiamento do minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM faz-se através de britagem, classificação granulométrica e lavagem para remoção da fração fina (abaixo de 0,15 mm) do minério, que, normalmente, vai para um tanque, onde é feita a decantação desses resíduos sólidos, que, após a separação sólido/líquido, são estocados, gerando um grande volume de finos ao longo da vida útil da mina, que, já ultrapassa um século de atividade. Logo, é de extrema importância, do ponto de vista ambiental e econômico, o desenvolvimento de processos e circuitos de concentração, que visem ao aproveitamento desses resíduos, quer para o emprego na indústria metalúrgica quer para outros fins. Dentro desse contexto, esse trabalho teve como objetivo concentrar os finos de minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM, utilizando mesa oscilatória, visando a obter concentrado dentro das especificações químicas dos produtos comercializados por essa mineradora.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>2. Materiais e métodos</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">A amostra de finos de manganês provenientes da lavagem do minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM era constituída, essencialmente, pelos minerais de manganês rodocrosita e espessartina, quartzo, flogopita e clinocloro, huntita, anita e rutilo. Esses minerais foram determinados por difração de raios X (método do pó total). A distribuição granulométrica foi obtida por um peneiramento a úmido, usando a série Tyler de peneiras de 0,42 a 0,037 mm (35 a 400 mesh).</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Os teores de Mn, Fe<sub>,</sub> SiO<sub>2</sub>, CaO, Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub> e P, da amostra global e das frações granulométricas acima de 0,074 mm (+200mesh) e abaixo de 0,074 mm (-200mesh) e dos produtos dos ensaios de concentração, foram determinados por fluorescência de raios X.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Para os estudos de concentração gravítica em mesa oscilatória, foi utilizada uma mesa tipo Wilfley. As variáveis estudadas foram as faixas granulométricas +0,074 mm, -0,074 mm e amostra global; ângulo de inclinação da mesa igual a 3ºe 5º e a porcentagem de sólidos de 15, 20, 25, 30, 35%. As massas de amostra utilizadas para cada ensaio sempre foi de 2 kg.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>3. Resultados e discussão</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">A distribuição granulométrica da amostra de finos do minério de manganês da Mineração Morro da Mina/RDM está apresentada na <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig01">Figura 1</a>, onde se observa que 51,16% das partículas estavam abaixo de 0,074mm (-200 mesh), sendo que graficamente foi obtido d<sub>50 </sub>= 0,07 mm. O d<sub>80 </sub>= 0,15 mm, isto é, 80% da amostra, encontrava-se abaixo de 0,150mm.</span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f1.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-899" title="08f1" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f1-300x198.gif" alt="08f1" width="300" height="198" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: left; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Pela <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#tab02">Tabela 2</a>, observa-se que os teores dos principais elementos analisados, Mn, Fe e SiO<sub>2</sub>, ficaram dentro dos limites indicados nas especificações químicas (Mn<sub>mínimo</sub>- 23%, Fe<sub>máximo</sub>- 6% e SiO<sub>2máximo</sub>- 35%) dos produtos da Mineração Morro da Mina/RDM.</span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08t2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-900" title="08t2" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08t2-300x130.gif" alt="08t2" width="300" height="130" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: left; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">As <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig02">Figuras 2</a>, <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig03">3</a> e <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig04">4</a> apresentam os resultados dos ensaios de concentração para o ângulo de inclinação da mesa igual a 5º, onde se observa a diminuição da recuperação de manganês com o aumento da porcentagem de sólidos na polpa para as amostras global, acima de 0,074 mm e abaixo de 0,074 mm. A porcentagem de sólidos em que foram obtidos os melhores resultados, para todas as faixas granulométricas, foi de 15 %. Nesse caso, as recuperações de manganês, para a amostra global, +0,074 e 0,074 mm, ficaram em torno de 59, 47 e 38%, respectivamente. Os teores de manganês nos concentrados decresceram ligeiramente com o aumento da porcentagem de sólidos. Pode-se afirmar que essa diminuição dos teores não foi significativa, podendo perfeitamente estar dentro da faixa de erro de análise, pois, para todos os ensaios, nas diferentes frações granulométricas, os teores dos concentrados ficaram em torno de 32 %, não ocorrendo grande enriquecimento, uma vez que o teor de manganês na alimentação da amostra global, + 0,074 e 0,074 mm, foi de 28,3; 26,8 e 31,3%, respectivamente.</span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f2.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-901" title="08f2" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f2-300x244.gif" alt="08f2" width="300" height="244" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; ">
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f3.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-902" title="08f3" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f3-300x288.gif" alt="08f3" width="300" height="288" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f4.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-903" title="08f4" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f4-300x289.gif" alt="08f4" width="300" height="289" /></a></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: left; ">com ângulo de inclinação da mesa igual a 3º, <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig05">Figura 5</a>, a recuperação de manganês, para todas as faixas granulométricas testadas, mostrou-se sempre maior que a recuperação nos ensaios com a mesa com ângulo de inclinação de 5º, chegando a 77%, para a amostra global, 81%, para a fração acima de 0,074 mm e 62%, para a fração abaixo de 0,074mm, ou seja, acréscimos de 20, 33 e 24 %, respectivamente para as amostras ensaiadas. O teor de manganês ficou em torno de 31,50 %, não ocorrendo grande enriquecimento, uma vez que o teor de manganês da alimentação da amostra global foi de 28,3%, + 0,074 foi de 26,8 e -0,074 mm foi de 31,3%.</p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center; "><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f5.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-904" title="08f5" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08f5-300x225.gif" alt="08f5" width="300" height="225" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Em termos de teor de manganês nos concentrados, para todos os ensaios em mesa oscilatória, observa-se que a relação de enriquecimento foi pequena, mas há de se salientar que, para todos os concentrados obtidos, os teores de manganês estavam bem acima do valor mínimo (Mn<sub>min.</sub>-23%) desse elemento apresentado pelas especificações químicas dos produtos da Mineração Morro da Mina/RDM (<a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#tab01">Tabela 1</a>).</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Observa-se, pela <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#fig05">Figura 5</a>, que, tanto o teor, quanto a recuperação de manganês da fração acima de 0,074mm, foram similares aos valores obtidos com a amostra global. Para a fração granulométrica menor que 0,074mm, obteve-se recuperação bem menor do que nos casos anteriores. Isto pode estar relacionado com a faixa de eficiência do equipamento, que, segundo a literatura, está acima de 0,074mm.</span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Os teores das principais impurezas, nos concentrados de todos os ensaios realizados na mesa oscilatória, Fe, SiO<sub>2</sub>, Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub>, CaO e P, não apresentaram variações significativas, com a variação da porcentagem de sólidos na polpa. A <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008#tab03">Tabela 3</a> apresenta o valor médio das principais impurezas nos concentrados, para a amostra global e para as frações granulométricas +0,074 e 0,74 mm, nos ensaios com ângulo de inclinação da mesa igual a 5º e 3º.</span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08t31.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-905" title="08t31" src="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/08t31-300x202.gif" alt="08t31" width="300" height="202" /></a></span></p>
<p style="font-size: 13px; text-align: center;">
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>4. Conclusões</strong></span></p>
<ul>
<li>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">A análise química dos finos do minério de manganês mostrou que os teores dos principais elementos analisados, Mn, Fe e SiO<sub>2</sub>, foram 28,3; 3,67 e 28,10 %, respectivamente, e estavam dentro dos limites indicados pelas especificações químicas (Mn<sub> mín.</sub> = 23 %, Fe<sub>máx.</sub> = 6 % e SiO<sub>2máx</sub> = 35 %) dos produtos da Mineração Morro da Mina/RDM.</span></p>
</li>
<li>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">A mudança do ângulo de inclinação da mesa de 5º para 3º acarretou um grande aumento na recuperação de manganês nos concentrados, chegando a 77%, para a amostra global, 81%, para a fração acima de 0,074 mm e 62%, para a fração abaixo de 0,074mm, ou seja, acréscimos de 20, 33 e 24%, respectivamente.</span></p>
</li>
<li>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">Em conjunto, os maiores valores da relação de enriquecimento e recuperação de manganês são obtidos para a fração granulométrica acima de 0,074 mm (recuperação de Mn de 81%) e amostra global (recuperação de Mn de 77%), nos ensaios com 15% de sólidos na polpa e a mesa com ângulo de inclinação igual a 3º.</span></p>
</li>
</ul>
<p style="font-size: 13px;">
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>5. Agradecimentos</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">As autoras agradecem à CAPES, pela concessão de bolsa de estudo, e à Mineração Morro da Mina/RDM, pela concessão da amostra e financiamento do projeto.</span></p>
<p style="font-size: 13px;">
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><strong>6. Referências Bibliograficas</strong></span></p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">ANDRADE, V. L. L. <strong><em>Estudos de Concentração do Gondito</em></strong>. Belo Horizonte: Escola de Engenharia, Universidade Federal de Minas Gerais, 1978. 70p. (Dissertação de Mestrado em Engenharia Metalúrgica e de Minas).</span> [ <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008">Links</a> ]</p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">CANESCHI, G. M. M. <strong><em>Estudos de concentração do minério de manganês da Mina de Peruaçu &#8211; MG</em></strong>.Belo Horizonte: Escola de Engenharia, Universidade Federal de Minas Gerais, 1994. 97p. (Dissertação de Mestrado em Engenharia Metalúrgica e de Minas).</span> [ <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008">Links</a> ]</p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">GONÇALVES, E., SERFATY, A.<strong><em> Perfil analítico do manganês</em></strong>. Brasília: Departamento Nacional da Produção Mineral/DNPM, 1976. Boletim n. 37. 149p.</span> [ <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008">Links</a> ]</p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">ULLMANN, F. Manganese and manganese alloys. In: <strong><em>Encyclopedia of Industrial Chemistry</em></strong>. Germany, VCH, Weinhein, 1985. v. 16 A, p. 77-133.</span> [ <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008">Links</a> ]</p>
<p style="font-size: 13px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;">WILLS, B. A. <strong><em>Mineral processing technology</em></strong>. New York: Pergamon Press, 1992. 855p.</span> [ <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0370-44672005000300008">Links</a> ]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/04/28/artigo-sobre-mesa-de-concentracao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Peneira vibratória</title>
		<link>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/04/28/peneira-vibratoria/</link>
		<comments>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/04/28/peneira-vibratoria/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 20:26:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros Equipamentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.preparadordepolimeros.com.br/?p=896</guid>
		<description><![CDATA[Os peneiros vibratórios são utilizados para separar materiais de diferentes tamanhos para posterior processamento ou como produto final dependendo das necessidades do cliente. O material é separado fazendo-o passar com vibração por um peneiro, com que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os <strong>peneiros vibratórios</strong> são utilizados para separar materiais de diferentes tamanhos para posterior processamento ou como produto final dependendo das necessidades do cliente. O material é separado fazendo-o passar com vibração por um peneiro, com que possui acessórios com vários tamanhos de abertura de malha, que provoca a queda do material como numa crivagem, este material é transportado por correias transportadoras e armazenado em pilhas de produto final. O produto final pode ser utilizado na indústria da construção civil, ou no caso de minério seguir para processamento ou beneficiamento.</p>
<p><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/contato/">Contrate</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/04/28/peneira-vibratoria/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Moinho de Disco</title>
		<link>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/04/28/moinho-de-disco/</link>
		<comments>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/04/28/moinho-de-disco/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 20:05:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros Equipamentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.preparadordepolimeros.com.br/?p=889</guid>
		<description><![CDATA[O Moinho de Disco Vibratório é apropriado para moagem extremamente rápida, sem perda de material, e de maneira reprodutível, materiais médio-duros, duros, frágeis e fibrosos até uma faixa granulométrica analítica. Os conjuntos de moagem podem ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Moinho de Disco Vibratório é apropriado para moagem extremamente rápida, sem perda de material, e de maneira reprodutível, materiais médio-duros, duros, frágeis e fibrosos até uma faixa granulométrica analítica. Os conjuntos de moagem podem ser de aço-cromo, carbeto de tungstênio, ágata, e óxido de zircônio, permite uma grande faixa de aplicação. O moinho de disco é principalmente usado para preparo de amostra espectral. Excelente reprodutibilidade.<br />
. Painel com display gráfico. Operação simples através de um único botão. Memória para armazenar 10 combinações de parâmetros. Recipiente de moagem em 5 diferentes materiais: ágata, óxido de zircônio, carbeto de tungstênio, aço cromo e aço isento de metais pesados.</p>
<p><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/contato/">Contrate</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/04/28/moinho-de-disco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Caracterização hidrodinâmica de células mecânicas de flotação: capacidade de bombeamento de célula denver de laboratório</title>
		<link>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/04/28/caracterizacao-hidrodinamica-de-celulas-mecanicas-de-flotacao-capacidade-de-bombeamento-de-celula-denver-de-laboratorio/</link>
		<comments>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/04/28/caracterizacao-hidrodinamica-de-celulas-mecanicas-de-flotacao-capacidade-de-bombeamento-de-celula-denver-de-laboratorio/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 19:50:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Outros Equipamentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.preparadordepolimeros.com.br/?p=886</guid>
		<description><![CDATA[RESUMO
A capacidade de bombeamento de rotores pode ser expressa em função de sua vazão de bombeamento (Qb) ou de seu número de bombeamento (NQ). Ambos parâmetros são muito úteis na caracterização hidrodinâmica de células mecânicas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>RESUMO</p>
<p>A capacidade de bombeamento de rotores pode ser expressa em função de sua vazão de bombeamento (Qb) ou de seu número de bombeamento (NQ). Ambos parâmetros são muito úteis na caracterização hidrodinâmica de células mecânicas de flotação. Nesse trabalho, utilizou-se o micromolinete, para determinar Qb, NQ e, também, a velocidade de escoamento da água (vb), na descarga do sistema rotor/estator de uma célula Denver, modelo de laboratório. Em sua faixa de trabalho (900rpm&lt;N&lt;1400rpm), tanto na ausência, como na presença de ar, tal equipamento operou com vb=20-30 cm/s, Qb=298-454 cm³/s e NQ~0,06. O valor de NQ do modelo de laboratório exibiu valor muito próximo ao de uma célula industrial (NQ~0,05). Tal constatação indica que NQ pode ser útil no escalonamento de equipamentos. A presença de ar no sistema se mostrou capaz de diminuir a magnitude, tanto de vb, quanto de Qb, mormente na situação em que o rotor operou em rotações (N) mais elevadas. A perda de capacidade de bombeamento se deve ao fato de que tais células são do tipo sub-aeradas, onde o ar é introduzido no sistema através de vácuo gerado pela rotação do rotor.</p>
<p>Palavras-chave: Células de flotação, hidrodinâmica, bombeamento.</p>
<p>ABSTRACT</p>
<p>The ability of impellers to produce bulk fluid flow may be expressed by the impeller flow rate (Qb) or the pumping number (NQ). Both parameters are very useful to characterize the hydrodynamics of mechanical flotation cells. In this work, an apparatus composed of a micromolen attached to an optic sensor was used to determine the impeller&#8217;s water flow velocity (vb), Qb and NQ of a Denver laboratory flotation cell from the Laboratory of Mineral Processing, University of São Paulo. Under usual working conditions (1,100-1,300 rpm), in the presence and absence of air, the equipment operates at vb=20-30 cm/s, Qb=298-454 cm³/s e NQ~0,05. The value of NQ related to a laboratory cell was similar to an industrial one (NQ~0.05). Since Denver cells are sub-aerated, the presence of air in the system decreased the magnitude of vb and Qb when the impeller operated under higher rotational speed.</p>
<p>Keywords: Flotation cell, hydrodynamics, pumping. </p>
<p>1. Introdução</p>
<p>Em células mecânicas de flotação, para que ocorra colisão entre bolhas e partículas, é necessário que essas estejam adequadamente suspensas no meio aquoso. Tal suspensão advém da ação mecânica do rotor (também chamado de impelidor) sobre o meio, promovendo, continuamente, um fluxo ascendente de polpa dentro da célula, como está ilustrado na Figura 1. Tal fluxo se contrapõe à natural tendência das partículas à sedimentação, decorrente da influência do campo gravitacional da Terra. As linhas de fluxo decorrentes da ação do impelidor encontram-se em uma região da célula denominada zona de coleta, região onde ocorrem as interações partícula-bolha, ou seja, colisão e adesão.</p>
<p>Assim como bombas centrífugas, células mecânicas de flotação são membros da família das turbo-máquinas. Em tais equipamentos, a polpa entra no sistema paralelamente ao eixo do rotor e é arremessada para a periferia em trajetória normal ao eixo (Figura 2). O volume de polpa por unidade de tempo deslocado pelo sistema é denominado de vazão de bombeamento (Qb).</p>
<p>Devido à ação dos rotores, fluidos exibem dois tipos de movimento no interior de um tanque agitado: bombeamento e vibração. O bombeamento, também chamado de bulk fluid flow (BFF), está associado à macroturbulência no interior do tanque; enquanto que a vibração, ou turbulent fluid motion (TFM), é decorrente de microturbulência. Nas células mecânicas de flotação, BFF é responsável pela suspensão das partículas no interior do tanque, assim como pela qualidade da mistura efetuada pelo impelidor. TFM é responsável pela dispersão das bolhas de ar no interior do tanque e, também, pela colisão entre partículas e bolhas.</p>
<p>A capacidade exibida por rotores de gerar BFF pode ser caracterizada por sua vazão de bombeamento (Qb) ou por parâmetro adimensional denominado Número de Bombeamento (NQ). De acordo com a equação 1, NQ é função não somente de Qb, mas da rotação (N) e diâmetro (D) do rotor.¦lt;br /&gt; (equação1)</p>
<p>Para impelidores de mesma geometria e fluido de operação, Qb varia em função de seu diâmetro (D) e rotação (N). Na verdade Qb</p>
<p><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/contato/">Contrate</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/04/28/caracterizacao-hidrodinamica-de-celulas-mecanicas-de-flotacao-capacidade-de-bombeamento-de-celula-denver-de-laboratorio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mesas Redondas &#8211; 3ª Mesa</title>
		<link>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/01/05/mesas-redondas-3%c2%aa-mesa/</link>
		<comments>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/01/05/mesas-redondas-3%c2%aa-mesa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 17:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fenasan]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Preparador de polímeros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.preparadordepolimeros.com.br/?p=882</guid>
		<description><![CDATA[No dia 13 de agosto de 2009, à tarde, foi realizada a mesa “Estratégias para implementaçãodas metas do milênio e do consumo de água”.
Coordenada por Amauri Pollachi (Subcomitê Cotia-Guarapiranga), com a participação de Ana Lúcia ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 13 de agosto de 2009, à tarde, foi realizada a mesa “Estratégias para implementaçãodas metas do milênio e do consumo de água”.</p>
<p><span id="more-882"></span>Coordenada por Amauri Pollachi (Subcomitê Cotia-Guarapiranga), com a participação de Ana Lúcia Brasil (ABES), Francisco Carlos Castro Lahóz (Agência de Água PCJ),  Francisco José de Toledo Piza (Agência de Bacias do Alto Tietê), Rosa Maria Mancini  (Secretaria do <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/" target="_blank">Meio Ambiente</a> do Estado de São Paulo) e  Paulo Massato Yoshimoto (diretor metropolitano da Sabesp).</p>
<p> </p>
<p>Fonte: www.fenasan.com.br</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2010/01/05/mesas-redondas-3%c2%aa-mesa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Preparação e dosagem de polímero contínuo</title>
		<link>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2009/11/10/preparacao-e-dosagem-de-polimero-continuo/</link>
		<comments>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2009/11/10/preparacao-e-dosagem-de-polimero-continuo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 18:16:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Polímeros]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[Dosador de Floculantes]]></category>
		<category><![CDATA[Dosagem de Polímeros]]></category>
		<category><![CDATA[Floculante]]></category>
		<category><![CDATA[Preparador de polímeros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.preparadordepolimeros.com.br/?p=567</guid>
		<description><![CDATA[CONJUNTO DE PREPARAÇÃO E DOSAGEM DE POLÍMERO CONTÍNUO PADRONIZADO COM TANQUES DE  600@ 10.000lt/h
Os Conjuntos de Preparação e Dosagem de Polímeros são projetados para permitir a dissolução e dosagem de floculante totalmente automatizadas comandadas por ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CONJUNTO DE PREPARAÇÃO E DOSAGEM DE <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">POLÍMERO</a> CONTÍNUO PADRONIZADO COM TANQUES DE  600@ 10.000lt/h</p>
<p>Os Conjuntos de Preparação e Dosagem de Polímeros são projetados para permitir a dissolução e dosagem de floculante totalmente automatizadas comandadas por um painel dotado de CLP eletrônico programável.</p>
<p><span id="more-567"></span></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Estes equipamentos são dimensionados para garantir que o floculante não seja dosado sem a completa abertura da cadeia molecular. O floculante preparado é transferido de um compartimento a outro dentro do próprio tanque o qual contem três divisões onde cada uma é dotada de agitador para garantir a homogeneização do fluido aumentando à performance da floculação.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Os Conjuntos de Preparação e Dosagem de Polímeros são projetados para permitir a dissolução e dosagem de floculante totalmente automatizadas comandadas por um painel dotado de CLP eletrônico programável.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Os equipamentos são compostos por um reservatório de polímeros com duas resistências internas para evitar a condensação de água e uma na saída da rosca dosadora com variação de temperatura; um medidor de nível para sólidos do tipo capacitivo da marca SENSE.</div>
<p>Estes equipamentos são dimensionados para garantir que o floculante não seja dosado sem a completa abertura da cadeia molecular. O floculante preparado é transferido de um compartimento a outro dentro do próprio tanque o qual contem três divisões onde cada uma é dotada de agitador para garantir a homogeneização do fluido aumentando à performance da floculação.</p>
<p>Os Conjuntos de Preparação e Dosagem de Polímeros são projetados para permitir a dissolução e dosagem de floculante totalmente automatizadas comandadas por um painel dotado de CLP eletrônico programável.</p>
<p>Os equipamentos são compostos por um reservatório de polímeros com duas resistências internas para evitar a condensação de água e uma na saída da rosca dosadora com variação de temperatura; um medidor de nível para sólidos do tipo capacitivo da marca SENSE.</p>
<p>Saiba <a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/preparador-de-polimeros/" target="_blank">mais</a>.</p>
<p><a href="http://www.preparadordepolimeros.com.br/wp-content/uploads/tabela_dimensao_polimero.jpg"></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.preparadordepolimeros.com.br/index.php/2009/11/10/preparacao-e-dosagem-de-polimero-continuo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

